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Vou contar um pouco de algumas histórias que vivi e gosto de contar para os amigos.
Me formei em Publicidade e Propaganda em 1987 e em seguida conclui o curso de Jornalismo em 1989 pela Faculdade FIAM e fiz pós graduação em Administração e Marketing Esportivo pela Universidade Gama Filho e fui professor Universitário durante 25 anos na própria FIAM.
Mas na verdade nunca quis ser Publicitário, Jornalista ou professor universitário. 
Eu explico.
Desde pequeno eu sabia o que queria ser quando crescesse, ou seja, queria trabalhar com televisão, cinema ou vídeos, seja dirigindo, produzindo ou ate escrevendo.
Bom, isso quando eu tinha 12 anos de idade.

 

Mas quando cresci e decidi fazer faculdade no início dos anos 80 não havia muitos cursos nessa área, então o que mais se aproximava era Propaganda e Publicidade, então em 1984 iniciei o curso na Faculdade FIAM, uma faculdade de renome em São Paulo e muito cara na época.

 

Lembro que trabalhava de madrugada no Unibanco e o que eu ganhava mensalmente não dava para pagar a faculdade. Tive ajuda da minha irmã Leda durante um bom tempo.
Já o curso de jornalismo surgiu por influência de amigos, como eu já estava trabalhando no Status Studio um estúdio fotográfico onde era sócio do Marinho Guzman e do Carlinhos Duque (Posto de gasolina Duque) e visitava muitas redações para levar releases e fotos tiradas das modelos no Studio, me aproximei do jornalismo. Assim numa conversa a noite na Pizzaria Monte Verde com o Carlinhos Duque ele me incentivou a fazer o curso.

 

Sai da Pizzaria e fui para casa pensando, e no outro dia liguei para o querido e saudoso professor Roney, diretor da FIAM e em seguida estava matriculado no curso de Jornalismo.
Entrei direto no 3º ano e me formei em 1989.

 

E ser professor universitário jamais passou pela minha cabeça. E novamente o professor Roney me convida e por 25 anos me diverti, aprendi e contartilhei muitas boas histórias para meus queridos alunos dos 3º e  4º da disciplina de telejornalismo e produção publicitária da Faculdade FIAM. 
E vou aproveitar esse espaço para contar um poucos desses Encontros e suas Hitórias que vivi com ótimos profissionais. 
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 Boni, o Todo Poderoso da Rede Globo, o profissional que ajudou a montar a
4ª melhor  emissora de Televisão do mundo.
Dedicatória para deixar o Ego nas alturas
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50 Anos de muita história da Tv Brasileira
1º Encontro
Durante a reunião de pauta da turma OD 411/1998 de jornalismo da FIAM, rolou uma conversa sobre a dificuldade que certo grupo estava tendo para achar convidados para participar do "Programa Opinião FIAM", que tinha como objetivo trazer personalidades para um programa que era produzido pelos alunos e exibido ao vivo durante o intervalo da faculdade e mais 1 hora de conversa com os demais alunos da turma em sala de aula.

 

Eu como sempre muito otimista e incentivador falava que poderíamos trazer para o programa qualquer pessoa. 
Conversa vai, conversa vem e em determinado momento depois de muita dificuldade do grupo e nada de chegar a algum lugar, eu disse que entrevistaria qualquer pessoa e fui mais longe, disse que poderiam dizer o nome que iria entrevistar.

 

Um engraçadinho (não lembro o nome) resolveu me desafiar e disse, então se você gosta tanto assim do Boni entrevista ele. Olhei para ele para a turma, pensei e falei, ta bom, aceito o desafio, vou entrevistar o Boni.

 

Acabou a aula e indo para casa fiquei pensando como iria conseguir chegar perto e entrevistar o Boni, o cara não da entrevista, é o Todo Poderoso da Rede Globo e mora no Rio de Janeiro, to ferrado.

 

Comecei a contar essa história para todo mundo e de repente uma aluna da outra turma, a Cida (já uma senhora) quando ouviu essa conversa falou, posso te ajudar.
Fiquei curioso e perguntei como?
Ela disse, eu faço terapia com a mãe do Boni posso conversar com ela e depois eu te falo. 

 

No outro dia ela me procurou e disse. – Olha, eu falei com a dona Kina de Oliveira e ela disse que na semana que vem ela vai lançar um livro na Bienal do Livro em São Paulo e o Boni estará presente, mas ela pediu para não falar para ninguém porque o Boni não quer falar com a imprensa.
Ótimo, convidei a Cida e a sobrinha dela Tatiana que era minha aluna da turma do 3º ano de jornalismo do periodo da noite para ir junto comigo. Assim eu fazia uma média com a Cida e com a Tatiana. Fechado

 

No dia marcado fomos, eu, Cida, Tatiana e o Rogério Gama (na época aluno de jornalismo e cinegrafista da FIAM) para a Bienal do Livro. Chegamos no estande onde estava a Dona Kina e a Cida me apresentou.
A Dona Kina de Oliveira tinha a aparência de uma vozinha muito simpática, me cumprimentou com entusiasmo, disse que a Cida gostava muito de mim, e me presenteou com um livro autografado (Eros) disse que assim que o filho chegasse me apresentaria, mas me pediu um favor.
Já que você está por aqui você não pode entrevistar essas pessoas que estão na fila para autógrafo. Como dizer não para a simpatica mãe do Boni.

 

Primeira lição para a Cida e a Tatiana:
Eu não tinha a mínima ideia sobre o que era o livro dela e muito menos conhecia as pessoas da fila. Mas lá vou eu brincar de repórter, afinal teria uma missão quase impossível, entrevistar o Boni.

 

Dei uma sorte danada, o primeiro da fila era o Dante Amaral, ex jogador de vôlei da seleção Brasileira. Quando falei o nome da Dona Kina ele começou a desembestar a falar, que ela tratava dele desde pequeno e me contou quase tudo sobre o livro. Como disse essa foi a primeira lição para a Cida e a Tatiana, pois a partir dessa sonora todas as outras ficaram mais fáceis, entrevistei umas 10 pessoas incluísse o best-seller Lair Ribeiro que na época era o autor bola da vez com seus livros de autoajuda.

 

Em fim chega o Boni com a sua adorável esposa Lou, fiquei no meu cantinho e em seguida vem a dona Kina com o Boni em minha direção, mais uma vez ela foi um amor, me apresentou para o filho como se me conhecesse a anos, disse que eu era adorável que tinha entrevistado todos os amigos dela da fila e que eu era professor universitário.
Nem preciso dizer como ficou o meu Ego. Nervoso, não, pelo contrario estava tranquilo.

 

Então pego o microfone e pergunto se ele poderia falar comigo, ele diz que não porque não sabia falar para a televisão e fica muito fica nervoso. Ai foi a deixa.
Eu disse, como assim, o senhor montou a televisão brasileira ajudou a formar os melhores profissionais das artes e do jornalismo e diz que está nervoso. Nervoso quem tem que ficar sou eu, ele sorriu e falou então vamos la.

 

Foi uma conversa de uns 10 minutos falamos sobre a mãe dele, sobre televisão, jornalismo, Silvio Santos, Roberto Marinho e principalmente sobre a saída dele da Globo.
Finalizando perguntei qual era os planos para o futuro. 
Ele disse que não tinha planos para o futuro, tinha que cumprir a quarentena da Globo, me apresentou a sua esposa Lou e disse que no final de semana estava indo ficar uns meses em Veneza de férias com Lou.
Eu falei, então tá,
Ele se despediu e disse que não ficou tão nervoso e fomos embora.
Anos depois eu estive em Veneza com a minha mulher Lau e minha filha Lu. kkk

 

No outro dia estou pronto para enfrentar a turma que me desafiou, chego cedo na Faculdade e vou ver o material bruto junto com turma.

 

Segunda lição:
Todas as entrevistas que fiz na fila estavam perfeitas, áudio e vídeo em ótima qualidade.
Então vamos assistir a entrevista do Boni.... sem áudio.
Os 10 minutos de entrevista ficaram sem áudio.
Apesar de não estar nervoso, com certeza eu mexi no botão que desliga o áudio do microfone e não saiu um único som. (meus alunos entederam perfeitamente a minha cagada, ate aquele que me desafiou)
Essa história foi motivo de muitas horas de aula para as outras turmas.
E claro, pedi para a técnica da FIAM, travar em todos os microfones o botão de liga e desliga.
 
2º Encontro
Alguns meses depois estou no MaxiMídia, evento organizado pela Revista Meio e Mensagem que era realizado na época no World Trade Center em São Paulo.
Estou retirando minha credencial e o atendente me entrega e falo para ele, essa credencial não é minha. (estava escrito Boni – Jose Bonifácio de Oliveira Sobrinho), o rapaz meio sem jeito fica olhando para mim, quando de repente alguém bate nas minhas costas e diz, é minha.
Ai eu olho para tras para ver quem é o sujeito, e ele olha para mim e diz, você outra vez.
Era o proprio Boni. 

 

Eu passo a credencial para ele, pego a minha e saímos da fila, eu pergunto se ele veio participar de alguma palestra e diz que sim, eu aproveito para convida-lo para ir falar na FIAM, ele gentilmente agradece e diz que ainda esta de quarentena na Rede Globo e tem parado pouco no Rio e no Brasil.
Então para minha surpresa ele tira uma cartão do bolso, escreve um telefone atrás e diz, me liga, se eu estiver no Brasil e agenda vai ser um prazer.
Ele segue para o auditório e fico ali parado por alguns instantes tentando entender.
Nunca liguei para o Boni.

 

3º Encontro
No ano de 2000 estava indo para casa depois de dar aula na FIAM, por volta das 22h30 quando escuto na Radio CBN que o Boni estava em noite de autografo no Jockey Clube de São Paulo para lançamento do seu livro "50/50 – 50 anos de TV no Brasil".
 
Outra vez por coincidência estava perto do Jockey que é do lado da FIAM.
Corri para la e parei meu carro na rua e fui direto para as escadaria do Jockey, assim que cheguei na porta, uma elegante recepcionista me deu um livro e me apontou para o salão.
Já era tarde da noite, e não tinha mais ninguém no salão, dei uma olhada para um lado e para o outro e vi uma mesa onde estava o Boni e o Benedito Rui Barbosa, somente eles.

 

Cheguei perto com o livro na mão e novamente o Boni disse, você outra vez.
Eu falei, pois é, entreguei o livro e dessa vez eu dei meu cartão para ele.
A sala estava um pouco escura e ele se esforçou para ler o cartão e disse, Delci Lima, Consultor de Comunicação, o que é isso?
Eu falei, não tenho a mínima ideia, achei o nome legal e coloquei no cartão.
Ele olhou novamente para mim e disse, você conhece o Benedito? 
Como eu não sou bobo disse, sim.
Olhei para o Benedito e falei, eu fiz faculdade com o seu filho, o Marcelo, ai ele olhou pra mim e disse o Marcelo nunca se formou.
Eu falei, eu sei, na verdade a gente saia da sala de aula para jogar futebol, mas eu me formei em Publicidade e depois em Jornalismo.
Então o Boni falou, puxa a cadeira e senta aqui, estamos esperando para ir embora.
Sentei e o Benedito ficou falando do Marcelo. 

(um atalho, em setembro de 2008 tive uma reunião com o Marcelo Barbosa no escritorio dele em Alphaville, eu estava fazendo assessoria de imprensa para o filme do Frank Aguiar e a produtora do Benetito era quem ia produzir o filme do Frank. Minha mulher Laura estava comigo nesta reunião e como eles são São Paulinos começaram a falar de futebol, e num determinado momento o Marcelo diz para minha mulher que eu fui o responsavel por ele não ser jogador de futebol e trancar a matricula na Faculdade, eu não entendi. O Marcelo era goleiro e disse que numa das partidas de futebol de sãlão ele fez uma defesa num chute que eu dei e ele quebro o dedo da mão, disse que esse foi o motivo de não fazer o teste no Morumbi e trancar a Faculdade.  Bom, como na época eu era um craque eu ate acreditei que fosse possivel).kkk

 

O Boni disse alguma coisa e alguns minutos depois chegaram algumas pessoas, o Boni levantou para cumprimentá-los, eu me despedi do Benedito Rui Barbosa, o Boni me deu um abraço, entregou o livro e fui embora.
Nesta noite fiquei emocionado, não consegui dormir nem abrir o livro.

 

No outro dia pela manhã, li a dedicatória:
Alô Delci, carinho e admiração do amigo – Boni

 

Meu Ego novamente bateu no teto
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A pesar de nunca ter trabalhado como jornalista,
sempre gostei e gosto de fazer entrevistas.
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Também sou fã do Silvio Santos, seja pelas loucuras ou acertos que ele fez e faz com a sua emissora. Então num determinado momento decidir entrevistar o Silvio Santos, é claro que era uma tarefa impossível, ele não da entrevista, fica na dele.
Mas como eu era (melhorei um pouco) medito a besta, fui tentar.

 

Fiquei aproximadamente uns 3 meses negociando a entrevista com o Arlindo Silva, que era Diretor de Departamento no SBT e amigo do Silvio Santos.
E depois de muitos telefonemas a secretaria do Arlindo Silva me liga e diz, vem aqui na Vila Guilherme às 16h00 que o Silvio vai te atender.
A desculpa da entrevista era para um trabalho de Faculdade, eu estava no último ano de Jornalismo/1989 e tinha inventado para as aulas de Telejornalismo um programa para meu grupo chamado " Nos Bastidores da TV". 

 

Então retiro uma câmera Panasonic Camcorder na FIAM e junto com a amiga do meu grupo Cristiane Lopes, vamos para o SBT ou TVS, como também era chamada na época.

 

Depois de alguns minutos de chá de cadeira vem o próprio Arlindo Silva pedindo todas as desculpas do mundo dizendo que o Silvio Santos não iria nos atender por que teve que fazer uma viagem de última hora.

 

Detalhe:
Ele disse para nós o motivo da viagem de última hora, mas isso é outra história que voce vai saber mais a frente. Continua lendo, que te conto ..... kkk

 

Fiquei muito bravo e um tanto decepcionado, então como já que estávamos no SBT eu pedi para o Arlindo Silva deixar a gente conhecer a redação do TJ Brasil que tinha acabado de estrear e estava fazendo um sucesso danado com o Boris Casoy.

 

Ele prontamente nos atendeu e fez questão de nos levar na redação e nos apresentar para os Diretores de Jornalismo, Marcos Wilson, Luiz Fernando Emediato, Dácio Nitrini e o próprio Boris Casoy e disse que eu tinha toda a liberdade gravar tudo que achasse necessário para o meu programa
"Nos Bastidores da TV".
Eu estava bravo mais com moral. kkk

 

Foi neste momento que conheci o Boris Casoy, sempre muito educado e prestativo, então pedi para ele gravar no cenário do TJ Brasil a chamada do "Programa Nos Bastidores da TV" o que ele fez com maestria e supervisão do fiel escudeiro Dácio Nitrini que ficou o tempo todo ao lado do Boris e de olho em nós.

 

Passamos a tarde inteira no SBT e assistimos dentro do estúdio ao vivo a apresentação do TJ Brasil que começava antes do Jornal Nacional. Eu com a minha câmera registrando tudo.
Ao final do TJ Brasil o Dácio Nitrini nos convidou para irmos à redação onde todos iriam discutir o TJ Brasil e assistir pelas Tvs espalhadas na redação a abertura do Jornal Nacional que começaria em seguida.

 

Estou na redação gravando tudo, e num determinado momento quando começa o Jornal Nacional e o Cid Moreira e o Sergio Chapelin começam a fazer a escalada.
Vejo o Luiz Fernando Emediato sair da sala dele aos berros e xingando todo mundo com todos os palavrões permitidos e não permitidos. Eu não paro de gravar e registro tudo.
Ele chama algumas pessoas para a sala dele e vejo esporro para todo mundo.
Neste momento quando percebo que a bomba vai estoura, eu desligo minha câmera e junto com a Cristiane saímos de mansinho e vamos embora.

 

Detalhe 2:
Lembra quando eu disse que depois contava o motivo pelo qual o Silvio Santos não nos atendeu,
agora voce vai saber.

 

Bom, o que foi dito na escalado (abertura) do Jornal Nacional para deixar o Emediato puto da vida.

 

Simplesmente o fato do Silvio Santos ter ido para Brasília anunciar a sua candidatura a Presidente do Brasil e a Direção do principal jornal do SBT, que era da emissora dele, não saber de nada e o Jornal Nacional dar a notícia como exclusiva.

 

Eu e a Cristiane eramos alunos do 4º ano de Jornalismo e alguns anos depois como professor passei a contar essa história para os meus alunos e dizer que noticia é sempre notícia, mas naquele momento, aquela informação que o Arlindo Silva nos passou às 17h00 eu não tinha a mínima noção que fosse notícia.
Na verdade eu estava puto por não entrevistar o Silvio Santos.

 

Lição: Jornalista é jornalista ate dormindo.
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Amaury, emprestando seu prestigio para o amigo
Programa Delírio com Amaury Jr.
Conheci o Amaury Jr através do Marinho Guzman e do professor Roney Signorini, eles são amigos de longas datas. Em alguns momentos encontrávamos o Amaury pelas festas e umas 3 ou 4 vezes ele esteve nos visitando no Status Studio, na Rua Oscar Freire.
 
Numa dessas vezes ele e o Marinho acertaram de fazer um quadro dentro do Programa Flash que ele tinha na Bandeirantes que ira chamar " As Certinhas do Marinho Guzman", que era gravar umas modelos de maio e bikini, fazer a edição e colocar no Programa dele, e assim foi decidido.
Eu estava fazendo o último ano de Publicidade e iria dirigir as modelos num estúdio que ficava no Bairro do Glicério, onde o Amaury era sócio com um pessoal do Japão.
 
Então uma vez por semana o Marinho selecionava 3 modelos e no dia da gravação eu as levava para o Salão de Beleza De La Lastra onde elas eram produzidas e depois íamos para o Estúdio no Glicerio.
 
Gravamos umas 12 modelos, entre elas a Kiki e a Jô Pinheiro, filhas da Helô Pinheiro, e também a Karin Villen Baum, que tinha sido Miss São Paulo e sempre vinha nos visitar ou almoçar conosco no Stúdio, hoje a Karin é a senhora Marinho, casou com o Roberto Irineu Marinho, presidente da Rede Globo e mora no Rio de Janeiro.
Nunca mais encontrei com a Karin.
 
Depois das gravações participei de uma reunião na TV Bandeirantes com o Amaury Jr. e a Guá Haddad, diretora do programa para acertar detalhes da edição e pós finalizaçao dos vídeos que gravamos para o programa. Mas,.... um mês antes de estrear o programa, recebemos um comunicado da Diretoria da Band dizendo que o Diretor deste quadro (eu) não era jornalista e não poderiam colocar o programa no ar.
Não entendemos esse comunicado, mas o quadro não foi ao ar e eu não virei Diretor.
Então no início de janeiro o Luciano do Valle lançou " As garotas Verão " no Programa que ele fazia no Guarujá. 
Comecei a entender e a partir desse momento passei a colar e pregar o meu tapete. kkk
 
Estive com Amaury Jr em várias situações, festas, lançamento dos seus livros, em Campos do Jordão e no lançamento da sua Revista Flash. Neste evento paguei o maior mico.
Foi um evento grandioso no Hotel Grand Hyatt na Berrini, com a presença do Presidente da República, governadores, prefeitos, senadores, atletas, artistas e todos os outros socialytes.
Era uma Festa Black Tie, com direito a jantar e tudo mais. 
Neste dia, minha aluna/namorada e hoje minha mulher Laura Lima estava comigo.
Mas eu fui de calça social e uma blusa vermelha, ou seja, eu era o pontinho vermelho na festa. 
Hoje aprendi a me vestir conforme a ocasião. Troquei o vermelho pelo vinho, pelo menos na taça. kkk
 
Falando em contar histórias, num final de noite dessas festas, estávamos no Guaruja no Hotel Casa Grande num evento organizado pelo Marinho e cobertura do Programa Flash e no final da festa, eu, Marinho Guzman, Roney Signorini, Amaury Jr, Ciro Batelli e Ney Gonçalves Dias nos reunimos e fiquei ouvindo as melhores histórias boas na minha vida.
O Ciro Bateli foi durante muitos anos o vice-presidente do Caesars em Las Vegas e o nome do Brasil em Las Vegas e contou muitas histórias sobre os brasileiros endinheirados, jogos, casinos, mulheres e falou da reunião que teve com o Silvio Santos sobre ele querer abrir um Cassino no Brasil, exatamente no Guaruja. 
Ele estava falando do ainda não construído Hotel Jequitimar do Guaruja.
 
E as histórias hilariante sobre a televisão contadas pelo talentoso Ney Gonçalves dias, falando da Hebe, Ratinho, Silvio Santos, Tuta e muitos outros.
Eu estava no lugar que adoro, ouvir histórias de quem participou da historia
 
Fui professor da Maria Eduarda, filha do Amaury e junto com ela conseguimos leva-lo para participar do " Programa Opinião FIAM/1999".  Foi um programa maravilhoso, os alunos adoraram e quando fui levar o Amaury no estacionamento ele me disse que foi um dos melhores momentos da vida dele, pois tinha gostado da sinceridade com que os alunos falaram com ele sobre todos os assuntos, seja fofoca, bastidores, jaba, dinheiro, noitadas e mulheres.
 
Durante um período o Amaury emprestou seu prestigio escrevendo uma coluna para o Jornal Monday que eu fazia com o Marinho Guzman na época do Studio.
 
Pedi e o Amaury gravou para mim um piloto de um programa chamado " Delirio ", um programa onde personalidades falam sobre seus Delirios de famosos.
Ele foi muito gentil em aceitar e gravar no seu escritório na Praça das Guianas.
Estou esperando a agenda dele para gravar e participar do meu programa Profissões.
 
Estive no escritorio dele na Praça Guianas, para gravar um depoimento dele sobre o seu advogado Ricardo Leitão (irmão da jornalista Miriam Leitão), que estava fazendo aniversário e eu estava produzindo, a pedido do Maestro João Carlos Martins um vídeo com os amigos e clientes do Ricardo. Neste dia eu estava com meu amigo e editor de video Adriano Rodrigues, fomos direto para a sala dele, quando entro ele ja vai logo me chamando de viado e dizendo que não vai gravar nada comigo porque era cedo demais e não estava com a cara boa.
 
O Adriano não entendeu nada, ele pede para eu sentar e liga para a Celina, a mulher dele e diz, 
"Celina o Delci esta aqui para fazer a gravação, voce quer que ele va ate ai, porque eu não vou gravar nada agora não". Bom ele fica me pentelhando e diz que iria gravar o depoimento com o equipamento dele e depois me passava as imagens, em seguida nos convida para tomar um café e nos leva para mostrar os novos brinquedinhos que ele acabava de comprar, que era os computadores e as ilhas de edição que ele estava montando para finalizar os programas dele, nos despedimos e fui embora, no outro dia ele me entrega os depoimentos em Beta.
 
Em janeiro de 2021 estive no escritório dele para levar o meu livro - Nunca é tarde para comecar e encontrei com a filha dele, a Maria Eduarda que sempre me falava, você tem que dirigir o programa do meu pai.
 
E sempre que o Amaury me encontra ele diz, você engordou, quando te conheci você era magrinho. 
E me pergunta, quando você vem trabalhar comigo?
 
Pó Amaury, convida que vou.
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O bom jornalismo estará sempre presente
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Sentindo sua falta no dia dia do jornalismo 
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Profissão Jornalista
Seguindo a minha fase universitária de ser metido a besta.
Em 1989 resolvi entrevistar por conta própria os editores dos Jornais Estado de São Paulo e da Folha, uma tarefa quase impossível para um aluno do 4º ano de jornalismo. Mas consegui.

 

Na ocasião entrevistei o Augusto Nunes que foi o 1º Diretor de Redação que não fazia parte da família Mesquita e fiquei encantado com a forma que ele me atendeu e o carinho que dedicou com seu tempo precioso fazendo questão de me mostrar a Redação e me levar até a sala e me apresentar com elogios para o dono do Jornal, o Sr. Mesquita, eu era aluno e sai dessa entrevista me sentindo o cara.

 

Um mês depois, após vários telefonemas, consegui fazer outra façanha, entrevistar o Diretor de Redação da Folha, Otávio Frias Filho, um jovem que estava fazendo uma revolução no jornalismo impresso.
Foi outro momento de encantamento, conhecimento, história, aprendizado e depois de uma hora de conversa, educadamente nos despedimos e novamente sai me sentindo o cara.

 

Esses dois momentos me despertou o interesse pela entrevista, algo que continuo fazendo e me divertindo no meu programa Profissões e na Direção do Programa Código de Honra onde estou a 22 anos.
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A Praça será sempre nossa
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Marcelo Nobrega, amigo de turma da FIAM
Entrevistando o dono da Praça 
Conheci o Marcelo Nóbrega na Faculdade FIAM, estudamos o 1º ano na mesma sala e nos tornamos amigos, estavamos sempre juntos e eramos do mesmo grupo, uma vez fui com ele fazer um trabalho na Pinacoteca e ele nunca tinha andado de ónibus nem de Metro, depois entendi o porque. 
Eu não tinha a minina noção de quem ele era filho. Um dia ele disse que ira trancar a matricula porque iria morar no Rio de Janeiro. Perguntei por que e ele falou que o pai era Diretor na Rede Globo, eu disse como assim, quem é o seu pai? Ele falou, é o diretor dos Trapalhões, eu disse, mas o Diretor é o Carlos Alberto de Nobrega.
P
oís é, era o pai dele. E assim nos despedimos.
Uns anos depois ele foi na FIAM me procurar, falou que estava voltando para São Paulo porque seu pai tinha assinado com a TV Bandeirantes e iria gravar naquele dia o primeiro programa "Praça Brasil" e me convidou para ir junto com ele.

 

Fui no carro dele para a TV Bandeirantes. Ele me apresentou rapidamente para o Carlos Alberto e fiquei sentado na plateia assistindo a gravação.
Neste momento aconteceu um situação engraçada, (novamente naquela situação de universitário metido a besta) assim que acabou um cena eu estava sentado atras do Diretor do Programa, encostei no ombro dele e disse, olha a Consuelo Leandro estava fazendo caras e bocas e la no fundo esta um pouco escuro, e vi pelo retorno que não foi gravado.

 

O sujeito olhou para minha cara, virou para frente e gritou; iluminador por favor dar mais luz no fundo do cenário, Carlos Alberto vamos gravar outras vez, preciso de uns inserts da Consuelo fazendo as caras e bocas. Atenção gravando....
Ele olha para mim e não disse nada.
(Eu com aquela cara de .... puta que pariu, medo e euforia.)
Fiquei ate o final da gravação e o Diretor me viu várias vezes e não falou comigo e nem me comprimentou.

 

Me despedi do Marcelo e peguei um busão para a minha casa no Monte Kemel que fica uns 8 kilometros da Band. 
Bom, o Diretor era nada menos que o Augusto César Vannucci, ex diretor dos famosos musicais da Rede Globo e dos 19 programa de Natal do Roberto Carlos.
Bom, mas as histórias são com o Carlos Alberto de Nobrega.

 

Fui conhece-lo melhor depois que ele cancelou o contrato com a Bandeirantes e foi trabalhar no SBT com o Silvio Santos.
Estive várias vezes a convite do Marcelo, assistindo as gravações da Praça é Nossa no Teatro Silvio Santos, na Av. Ataliba Leonel, ia e voltava de busão,  longe pra casete da minha casa.

 

Em novembro de 1989 resolvi entrevista-lo e junto com a minha querida amiga e parceira de jornalismo Cristiane Lopes, ele nos atendeu, a entrevista era para o Jornal Monday que eu fazia e foi realizada nos estudios da Vila Guilherme, anida não existia o complexo da Anhanguera.
 
O encontro foi muito legal, sempre muito simpatico e atencioso, nos contou e confirmou muitas histórias que o Marcelo havia me contado na época da FIAM. A briga com o Silvio Santos, o Bau da Felicidade, a Rede Globo, o legado que seu pai Manoel da Nobrega deixou para a televisão, o nervosismo que era gravar a Praça, me disse que transpirava tanto que era preciso colocar absorventes embaixo dos braços. Falou como convenceu o Jô Soares a sair da Globo e ir para o SBT, afinal ele era o Diretor Artistico do SBT e junto com Luciano Galegari, Riki Medeiros e o Guilherme Stoliar tinha o sonho de torna o SBT na segunda maior emissora do Pais.
Acampanhei de perto essa evolução e fiquei muito feliz deste encontro com o Homem da Praça.
Nunca mais encontrei com o Marcelo Nóbrega.

 

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O que é a vida se não o equilíbrio entre o que já passou e o que está por vir?

 

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Lima Duarte, um livro aberto de conhecimento

 

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Simplicidade nos personagem e na vida
Estava dirigindo a minha Saveiro na Av. Da Consolação quando paro no farol e ao meu lado esta o Lima Duarte dirigindo um Scort X3.
Olho para ele e peço para abaixar o vidro, ele abaixa e eu digo que gostaria de entrevista-lo e pergunto se é possivel, ele diz sim e fala, me procura na TV Cultura estou indo para lá gravar o programa Som Brasil.
Simples assim.
 
Uma semana depois, em setembro de 89 eu liguei na TV Cultura e agendei uma gravação com ele para o Jornal Monday.
 
"Romântico ao ponto de falar das coisas como se tudo fosse felicidade, poético ao ponto de colocar em cada palavra a magia da poesia, apaixonado ao ponto de confundir-se no amor com a realidade e a ficção, e lunático ao ponto de ser lúcido, coerente e confiante em si e nos outros"

Homem do campo, simples e amavel, é assim Ariclenes Venâncio Martins, o Lima Duarte.
 
E junto com a amiga de sempre Cristiane Lopes fizemos uma entrevista maravilhosa, que a Cristiane escreveu e publicamos no Jornal Monday. Ele falou de Deus, do Brasil, de Assis Chateaubriand, (quando faço a pergunta sobre Chateaubriand e a inauguração da TV ele fica espantado comigo e diz, como voce sabe de tudo isso menino, como voce conhece tantas histórias assim sobre a TV. Eu disse que era apaixonado por televisão desde menino pequeno. kkk) ele continua a falar como se estivesse num palco ou numa interpretação. Fala sobre Beto Rockfeller, Rede Globo, sobre os filhos e principalmente pela paixão que tem pela filha, a atriz Debora.
 
Fala da admiração por Roberto Marinho e pelo Boni que o considera o melhor profissional de televisão do mundo, dos vários personagens das novelas, fala do talento de Dias Gomes, mas diz que Walter George Durst é seu autor predileto.

Terminamos a entrevista com ele dizendo:
O Brasil é um grande país, é maravilhoso e tem todas as chances para sair desta crise. 
É um país riquíssimo, cheio de possibilidade, so falta um pouquinho de decência e honestidade. 
Essa fala é de setembro de 1989.  (alguma novidade)

Nos despedimos e vou embora com a alma encantada, cheia de otimismo e literalmente apaixonado.
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Simplicidade em todos os sentidos

 

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Querido amigo de primeira viagem .....

 

Participando do meu Programa Profissões
Conheci o Mestro João Carlos Martins em agosto de 2004. 
Atendendo um pedido do professor Edvaldo Alves da Silva e do Reitor da FIAM, professor Edson Miranda, fui com minha mulher Laura numa reunião no apartamento dele nos Jardins. Neste encontro nos conhecemos e junto com o filho dele o Carlos Eduardo acertamos os detalhes da gravação da primeira apresentação dele como Maestro na Sala São Paulo.
 
Bom, eu não entendia nada de música clássica e muito menos o que era uma Orquestra, minha única ligação que tinha com a música clássica era o fato de ser apaixonado por Boleros de Ravel, de Maurice Ravel que é a trilha sonora do melhor filme que assisti na vida, "Retratos da Vida" de Claude Lelouch e parava por ai.
 
Em outubro de 2004 estavamos prontos para dar início a um novo desafio para mim e para o Maestro que estava iniciando uma nova carreira. 
Sala São Paulo lotada, muitas autoridades, artistas, convidados importantes e eu com as minhas cameras registrando tudo.
A apresentação com regência do Maestro e 2 pianos no palco foi divina, como diria mais tarde os fãs e os críticos admiradores do Maestro e do Johann Sebastian Bach.
E assim começou meus encontros com o Maestro.
 
Uma semana depois, a pedido dele estavamos num sabado eu, o editor, o Maestro e minha mulher Laura numa sala de edição na FIAM finalizando sua primeira apresentação, ali tive as primeiras de muitas aulas sobre uma Orquestas. Depois de 6 horas saimos com o material editado, nos despedimos do Maestro e por incrivel que pareça eu e a Laura fomos direto para o show da Sandy & Jr. No Credicar Hall em Santo Amaro. kkkk

 

Depois deste dia, comecei a gravar todas as apresentações da recém criada Orquestra Bachiana Filarmônica e acredito que nos tornamos amigos, em várias ocasião almocei na casa dele onde ficava ouvindo suas histórias. 
 
Em outros momentos nos falamos por telefone, o João Carlos Martins, além de ser considerado o melhor interprete de Bach e ter gravado toda a sua obra é hoje um Maestro respeitado é também um ótimo contador de histórias.
 
Sempre brincalhão e feliz, tem um carinho especial pela Laura e pela minha filha Luísa, sempre que nos encontramos nos trata com muito carinho. E num dos aniversário da Luísa, ele a presenteou tocando no piano a música Luísa do Tom Jobim e em seguida o parabéns pra voce.
Emocionante, para um pai coruja. 
 
Aprendi com o Maestro a valorizar ainda mais a simplicidade, ele, foi durante muito tempo como pianista um dos artistas mais admirado do mundo, frequentando os melhores teatros e recepcionado por presidentes, principes e artistas mundo a fora.
 
Nesta jornada de mais de 16 anos tenho andado com o Maestro por várias cidades e teatros. O projeto com as crianças que são realizados na periferia mostra a sua simplicidade, em nenhum momento deixa de atender as autoridades, pessoas simples e as crianças.

 

Tenho um projeto de televisão " Contanto a Historia " com apresentação dele que esta na mãos de diretores da Rede Globo, quem sabe um dia ele vai para o ar.
 
Em dezembro de 2020, carinhosamente fez um comentário na 4ª capa do meu livro - Nunca é tarde para começar.
Conheço poucas pessoas que fazem de tudo para que a harmonia sempre reine nos relacionamentos, o Delci é uma delas.
Além da sua competência, credibilidade e responsabilidade, o seu lado humano certamente emociona todos
aqueles que têm a oportunidade de conviver com ele. 
Quantas histórias, quantas memórias... Fico feliz em ter sido incluído neste livro.
Um grande parceiro e querido amigo.
E tenho o orgulho de te-lo como amigo.
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Simpatia em pessoa, narrador dos bons.

 

Bons tempo na FIAM ..............
O Cleber Machado é formado em jornalismo pela FIAM e é amigo do Pedro Tadeo Zorzetto e foi através dele que o conheci.
O Cleber é uma daquelas pessoas boas de conversa, sempre atento e ligado no que esta acontencento, não somente no futebol, mas na vida.
Diversas vezes eu convidei e ele foi apresentar junto com um aluno o Telejornal da FIAM, era uma delicia ter o Cleber apresentando ao vivo o nosso jornal da faculdade, os alunos se orgulhavam e ele se divertia bastante. E depois da gravação ele ficava com os alunos contando suas histórias.
 
Num determindado momento falei para o Roney convida-lo para ser professor, mas exatamente naquele momento a Globo começou a transmitir os jogos nas noites que seriam as aulas.  Ele me indicou a Monica Pinheiro que trabalhava no jornalismo da Globo e nós a convidamos e ela topou.
Antes que me esqueça, a Monica é a mulher do Cleber. 
 
Ela me substituiu como professora de edição e produção jornalistica para os alunos do 3º ano no período da noite, ficou um ano, mas assumiu a chefia de reportagem do SPTV e eu voltei a dar aula no lugar dela. Tanto o Cleber como a Monica sempre foram muito atenciosamos comigo.
 
Entrevistei o Cleber em dois momentos, um para falar sobre a vida acadêmica dele na FIAM, era um projeto que realizei com 72 ex alunos que estavam no mercado de trabalho. E em outro momento estive com ele para uma conversa a pedido do ex aluno e hoje vice-presidente de produção da Fox Sports, Marcio Moron, falando sobre jogadores e tecnicos de futebol.
Sempre que possível nos falamos.
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Pedro Tadeo Zorzetto, foi o meu mentor e grande parceiro de sala de aula da FIAM.
Durante 10 anos foi o Tadeo quem me ensinou a ser professor de telejornalismo e profissional de televisão, aprendi tudo com ele.
Criamos uma grande amizade profissional e de confiança, alguns meses depois de nos conhecermos ele foi fazer o Pan Americano em Cuba e quando voltou me convidou e participei do maior aprendizado que tive na vida profissional como jornalista, fui trabalhar junto com ele na cobertura dos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992. 
 
Então em 92 estava no no IBC - Centro de Imprensa de Barcelona, onde as maiores emissoras de comunicação do mundo produziam seus conteúdos, os melhores profissionais de jornalismo dos seus paises e os melhores atletas do Planeta nos presentiavam com seus profissionalismo e records, e eu um recém formado em jornalismo estava fazendo parte de tudo isso.
 
Em sala de aula o Tadeo sempre me deu liberdade para que eu podesse criar e realizar meus sonhos de um profissional de TV e junto com muitos alunos dedicados e talentososs aprendemos e nos divertimos muito nas produções em sala de aula dos Telejornais da FIAM, Opinião FIAM, Tempo Real e muitos outros programas que eram realizados ao vivo durante o intervalo e exibido para os demais alunos da Faculdade. 
Tenho certeza que foram aulas maravilhosas o que deixava todos muito orgulhosos. 

 

E assim por 16 anos me diverti, aprendi e contartilhei muitas boas histórias para meus queridos alunos dos 3º e 4º ano da disciplina de telejornalismo da FIAM.

 

Falo com frequencia com o Tadeo e hoje ele é um dos meus professores nos Cursos de Pós Graduação em Marketing e Comunicação que montei junto com o professor Raul Fonseca para diversas Universidade que comercializam esses cursos.
Tenho muito que agradecer ao Tadeo pelo carinho, respeito e admiração.
Obrigado Tadeo.
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Compartilhei com meus alunos tudo que aprendi
sobre reportagem com o amigo Flávio Prado
Amigo para ficar horas e horas muma boa conversa, seja numa mesa de almoço ou jogando um futebol.

 

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Conheci o Flavio Prado em março de 1991, fui assistente dele nas aulas do 4º ano de Telejornalismo da FIAM. Logo no primeiro encontro percebi que seria uma parceria muito boa e se tornou num grande amigo.
 
O Flavio sempre foi repórter de campo e no primeiro dia de aula chegou para mim e disse, cara eu não sei nada de redação, passei minha vida inteira na rua e dentro dos campos de futebol. Voce me ajuda?
Eu falei, Flavio eu acabei de me formar e nunca fiz uma matéria, mas gosto muito de televisão, tanto é que te conheço desde quando eu era uma criança assitindo voce no Clube dos Esportistas com o Silvio Luiz e amigos e nas coberturas da Radio Jovem Pan.
Ele me olhou com aquela cara de.... seu filho da puta, eu não sou tão velho assim, mas a partir desse dia passamos a fazer um boa dupla, eu montava os telejornais e ele fazia os comentários e discutia as pautas para as proximas aulas.
 
Ficamos trabalhando juntos por um ano, depois ele assumiu a Direção do curso de jornalismo na Faculdade São Judas e saiu da FIAM. Continuamos nos falando e ele me convidou para participar de um Festival de Tejornalismo na São Judas e nós da FIAM ficamos em segundo lugar com uma materia que falava sobre meninos de Rua. 
Foi um trabalho interessante realizados pelos alunos da FIAM com supervisão minha junto com o Pedro Tadeo Zorzetto, os alunos eram, Pedro Mantoan, Eduardo Acquarone, Ruth Mantoan entre outros.
 
Minha experiencia trabalhando com o Flavio foi maravilhosa ele era também um contador de histórias, tinha muitas de bastidores do futebol e também era e é ainda um grande armador de sacanagem com os amigos. Me contaram várias historias que ele aprontava com os amigos nas Copas do Mundo que participou, das histórias com Pelé e muitos outros jogadores.
 
Ele nunca me sacaneou, mas acreditava e tinha certeza que eu comia todas as alunas da FIAM, o que não passava de uma grande mentira, ou melhor sacanagem da parte dele.
Ja eu pelo contrario sempre falava para todas as minhas alunas que ele não era chegado em mulher. Imagina.
 
O Flavio ainda acha que sabe fazer duas coisas, apesar de ser excelente jornalista e formado em Direito, ele pensa que sabe cantar e jogar futebol. Adorava na época um Karaoke, durante um periodo pelo menos a cada 2 meses ele reunia os amigos ricos e iamos jogar futebol nos sitios deles pelas cidades do interior de São Paulo, era uma tarde agravadel com boa comida e futebol mais ou menos. (so tinha homens nestes encontros) e ele sacaneando a todos.
Uma vez ele levou o time dos amigos dele para jogar bola contra o meu time de Jundiai e levou uma goleada de 9x0. Ele ainda contina tentando jogar futebol. kkk
 
Uma vez eu e o Fernando Fontana, na época aluno da FIAM (hoje apresentador da RedeTV e amigo colorido do Flavio) resolvemos sacanea-lo. Então peguei uma camera e sai gravando depoimentos de diversas alunas lindas e maravilhosas falando da péssima perfomance do Flavio na cama, tinha cada história cabeluda. (tudo armação minha e do Fernando com as meninas) 
A ideia era editar esse material e mostrar num desses encontros futebolisticos com os amigos dele, mas de uma hora para outro o melhor amigo dele, Eli Coimbra tem um infarto e morre, resolvemos não mostrar. Isso foi em 1998.
 
Em 2015 passamos a nos encontrar a cada 15 dias no Restaurante Gigetto.
Como eu na época o Restaurante Gigetto ficava na Rua 13 de Maio em frente de onde eu trabalho, ele descia por volta das 14h00 depois que acabava o seu programa na Radio Jovem Pan e almoçavamos juntos, sempre com a companhia de amigos, onde colocavamos a conversa e as fofocas em dia.
Num desses almoços eu contei a história das gravações com as meninias e entreguei todo o material bruto em VHS para ele, no almoço seguinte perguntei para ele sobre os depoimentos, ele disse que não sabia de nada daquilo.
Não fiquei com nenhuma cópia.
 
Em fevereiro de 2002 ele era Diretor do curso de Jornalismo da Faculdade Unisa de Santo Amaro, ele me liga e diz, cara preciso de uma favor, gostaria que voce fosse dar aula para mim la na Unisa, eu preciso de alguem para levantar a moral desses alunos, e voce é o cara. Voce topa? o horario é ruim e o salário uma merda. 
Topei e fiquei 3 anos maravilhosos, onde conquistei ótimos alunos e hoje amigos.
Ele esta com um curso de Jornalismo Esportivo e virou Enfluenciador Digital. 

 

Estamos sempre nos falando, além de ser cantor, jogador de futebol, professor, diretor, apresentador, influenciador digital, contador de causos, agora ta acreditando também que é Coach de Vida. 
Mas é meu amigo, kkk

 

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Minha querida apresentadora do Código de Honra 

 

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Amiga de todas as horas.
Eterna Garota de Ipanema e de todo o Brasil.
Quem me apresentou a Helô Pinheiro foi meu amigo Marinho Guzman, estávamos no Status Studio e a Helô foi nos visitar com o seu querido marido Fernando Pinheiro, almoçamos juntos e foi assim que nos conhecemos, isso foi no início dos anos de 1990.
Encontrei com a Helô em outro eventos e sempre foi muito atenciosa comigo.

 

Em Abril de 2006 o professor Roney me procura e pergunta se não poderiamos convidar a  Helô Pinheiro para ser a apresentadora do Programa Código de Honra que eu dirigia, afinal ela estava fazendo o 3º ano do curso de Direito e ja tinha feito jornalismo na FIAM.
 
E assim foi feito, de 2006 até setembro de 2010 ela emprestou seu charme, talento e profissionalismo na apresentação do Programa Código de Honra que gravavamos nas tardes de quinta feira no Estudio da FIAM no Morumbi e depois no Estudio da FMU na Liberdade.
Trabalhar com a Helô foi um grande aprendizado, sempre atenta e preparada para as entrevista.
 
Mas o melhor foi nos tornarmos amigos. Durante muito tempo saímos juntos para almoçar ou ficavamos nos falando por telefone sobre os filhos a vida e o futuro.
 
Ela sempre me convidou para participar de alguns eventos profissionais e familiares, eu e a Laura sempre fomos em alguns festas de seu aniversário e de seus familiares.
Conheci a generosidade da Helô, não tinha uma gravação que ela não levava uma lembrança, seja para mim, para a Laura ou para a Luísa.
Até hoje ainda me liga e diz que tem alguma coisa para as meninas.
 
A nossa Garota de Ipanema é conhecida mundialmente e pude comprovar nas vezes que andavamos juntos, seja pela Faculdade ou pelos eventos que iria alcampanha-la, sempre foi muito simples e prestativa com as pessoas.
Suas filhas são maravilhosa, a Jô, a Kiki e a Ticiane que foi minha aluna de jornalismo no 3º e 4º ano da disciplina de Telejornalismo da FIAM e do querido Fernandinho, seu filho que é um amor de pessoa e um sãopaulino fanático.
Nos falamos com frequência e quando possivel almoçamos juntos para colocar a conversa em dia. 
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Uma conversa agravável no Programa Profissões
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Um professor dos bons, me ensinou tudo sobre
Midia Trainning
Heródoto Barbeiro, quem não conhece a voz deste profissional.
Póis é, conheci o Heródoto Barbeiro através da Edelman, uma das maiores agência de Relações Pública do mundo, durante uns 10 anos prestei serviço para Edelman do Brasil, inicialmente trabalhando com o jornalista Mario Andrade e Silva que me apresentou para o mundo do Midia Training e depois com o Alexandre Alfredo que chegou a ser vice-presidente da agencia.
 
E foi na Edelman que conheci e passei a trabalhar e me tornei amigo do Heródoto Barbeiro. Praticamente durante 1 vez por mes trabalhamos juntos fazendo Midia Training contratados pela Edeman para a diretoria de diversos clientes, seja AstraZeneca, Merck Sharp and Dohme, Kimberly-Clark, Itaú BBA, Mastercard, KPMG, Samsung, entre outras grandes corporações.
 
Foi através do Herodoto que aprendi tudo o que sei sobre Midia Training.
Ouvi muitas histórias boas do Heródoto, ele é uma simpatia e desperta nas pessoas uma curiosidade sobre sua profisão, seu conhecimento, sua Kombi e o Corinthians entre outras atividades.
 
Cheguei a convida-lo para coordenar comigo um curso de pós graduação em Comunicação Coorporativa, mas ele tinha acabado de assumir um compromisso com a Record News e não pode compartilhar esse conhecimento comigo.

 

Ele foi um dos convidados para participar do meu programa Profissões, onde falou sobre a profissão, o início como professor, a família, os livros e o Budismo.

 

Hoje não tenho realizado Midias Training, mas sempre que possivel estamos nos falando.
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Encantador, empresário dos bons, um contador de muitas histórias.
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Um Libanês Brasileiro

 

Estou com 58 anos e no início de 2020 aposentei, e o que isso tem haver com o Sr. Georges Gazale.
 
Poís é, eu tinha 14 anos de idade e fui alguns finais de semana ajudar meu cunhado Oswaldo que fazia um bico de ajudante de jardineiro numa casa em frente ao Jockey Club.
Era início de 1977 e num final de semana a dona da casa me viu e perguntou se eu não queria ir trabalhar na firma do marido dela. 
Então em 01 de Março de 1977 eu comecei a trabalhar registrado na G.G. Indútria e Comércio Textil Ltda do empresário Georges Gazale. Foi meu primeiro emprego registrado uma vez que eu ja tinha começado a trabalhar com 11 anos entregando Leite Leco de madrugada em São Bernardo do Campos com meu amigo de sempre Armando de Sá.
Então em novembro de 2019 completei 35 anos de contribuição, dei entrada na minha aposentadoria e me aposentei. kkk
 
Comecei a trabalhar na GG como office boy, 2 anos depois fui promovido e foi trabalhar no Restaurante L' Auberg do seu Georges que ficava na Rua Pamplona, 1084. 

 

Foi no L'Auberg trabalhando com a sua filha Yone Rabay Setaro que passei a ter contato diário com o seu Georges e ali ainda um adolescente comecei a aprender muitas e muitas coisas.
Apesar de ter somente 15 anos eu era o braço direito da Dona Yone, fazia de tudo e aprendi um bocado. O seu Georges sempre gostou muito de mim e gostava de conversar comigo, me apresentava para os seu amigos, todos empresários e com muito dinheiro.

 

O Restaurante L'Aulberg era o ponto de encontro dele com os amigos, e que amigos.
E o grande amigo dele num determindado momento foi o presidente da Republica João Baptista de Oliveira Figueiredo. Pelo menos duas vezes por semana eu falava por telefone com ele, imagina eu com 15 anos e o presidente me chamando de garoto e o seu Georges fazia questão de me chamar a mesa e me apresentar para os amigos. Ele era uma pessoa muito generosa e distribuia boas gorjetas para todos nós.
Sai do restaurante para jogar futebol, apesar de todo o esforço e apelo do seu Georges e da dona Yone para que eu ficasse.
 
Em 1987 quando eu estava fazendo o último ano do curso de Publicidade na FIAM, eu trabalhava no Unibanco e resolvi parar de trabalhar para ir estagiar em alguma agência de publicidade, mas eu precisa de dinheiro para continuar estudando, então liguei para o seu Georges e falei se ele poderia me ajudar a arrumar uma bolsa de estudo na FIAM, afinal ele era amigo do professor Edevaldo Alves da Silva, dono da FMU/FIAM/FAAM, que na época eles eram muito amigos.

 

Ai por telefone e diz, não vou pedir nada para o Edevaldo, vem aqui na 25 de Março que vou pagar a sua faculdade. E foi assim que completei o último ano de Faculdade pago pelo seu George.
É bom dizer que fiz estagio na DPZ, CIA Paulista de Propaganda e na Artpan do Roberto Medina, dono do Rock Rio. Logo que me formei em Publicidade fui no escritorio dele e mostrei meu diploma de publicitario e acredeci a ajuda que ele me deu. 
 
Em 2002 fiquei sabendo que o seu Georges levou 3 tiros quando saia do seu escritorio nos jardins, então resolvi visita-lo.
Quando chego no seu escritorio quem me atende é a Marina, fiel secretaria desde o tempo da GG, então ela me leva ate a sala dele e me apresenta, num primeiro momento ele não lembra de mim, então eu falo que era aquele garoto que trabalhou no L'Auberg da Pamplona e saiu para jogar futebol.
Ai ele olha para mim e diz, eu não vi voce jogar em num time.
Eu falei, pois é, não joguei em nenhum time profissional. (mas isso é outra história).

 

Então conversamos e eu disse que era Publicitário, ai ele levanta da mesa dele pega um folder e fala, ja que voce é publicitario atualiza esse folheto e traz para mim na semana que vem, a Marina vai te passar as outras informações.
Bom, uma semana depois eu levei o folder para ele aprovar. (Ele estava importando as Balas Halter e o folder estava em ingles e tive que traduzir, fazer novas fotos e novo Lay out).
E assim voltei a ter contato com ele e produzir algumas peças para a Manteiga Star Ligth que ele também estava importando e a linha de pistache Au' Liban que começou a vender.

 

Um dia ele me liga e diz, vem aqui na minha casa, preciso falar contigo.
Imediatamente vou para a casa dele no Jockey Club, ali voltei ao ano de 1977 quando todos os dia pela manhã eu ia na casa dele para ele assinar uns cheques e sempre ele me atendia no quarto.
E desta vez não foi diferente, entro no quarto e ele pede para eu sentar e diz, olha garoto, estou querendo abrir novamente o Restaurante Au Liban e gostaria que voce cuidasse de toda a comunicação visual do restaurante, voce pode?. Imagina!.
 
Uns dias depois estou novamente trabalhando com a Dona Yone e junto com ela participei de todo o processo de reforma, decoração, contratação e cardápio do novo Au Liban. 
Neste momento tive a grata surpresa de conhecer e ficar amigo da outra filha do seu Georges, a Fernanda Gazale, pessoa querida que nos tornamos amigos e também tem um carinho especial pela minha mulher Laura que chama de minha loira.
 
O Restaurante foi montado onde era o escritorio dele na Av. 9 de julho com a Rua João Cachoeira e como ele não andava muito bem de saúde mudou o escritorio para um dos comodos da gigantesca casa no Jockey, então praticamente todos os dias eu tomava café ou almoçava com ele na sua residencia.

 

E ali ele me contava muitas história, sempre com a presença da sua amiga e querida esposa Dona Yamena (a dona Yamena era uma cozinheira de primeira e me iniciou a apreciar as delicias da culinaria Libaneza).
 
Ele fazia questão de me contar histórias, e eu adorava, quem sabe um dia eu conto as historias sobre o Silvio Santos, Amador Aguiar, João Saad, Lazaro Brandão, Presidente Figueiredo, Frank Sinatra, 
Casinos de Las Vegas e muitos outros. 

 

(uma noite estava jantando com o ele e a dona Yamena, ai ele diz para mim, garoto voce esta comendo um dos principais pratos que são oferecidos aos Reis Arabes, então saiba, quando voce for convidado para sentar a mesa na casa de alguém é por que voce é bem vindo, e completou, voce sabia que foi aqui nessa sala que o meu amigo Amador Aguir passou os últimos dias da vida dele. Essa história eu conto qualquer dia).

 

Assim que o restaurante foi inaugurado e mesmo debilitado ele ia almoçar por la e várias vezes sentamos juntos a mesa com o Leopoldo Color e o então Deputado Federal e depois Presidente da República Michel Temer.

 

No seu aniversário resolvi fazer um boneco de um livro e junto com a Dona Yamena escolhemos uma foto e mandei encardenar um com umas 200 paginas em branco com uma capa com a foto dele e o titulo " Georges Gazale, um Libanes brasileiro"
 
Na noite do réveillon de 2004 eu e a Laura passamos na Av. Paulista, quando saímos de lá por volta da 1 hora da manhã fomos visita-lo no Hospital São Luiz, ele estava sozinho no quarto, ficamos conversando com ele um bom tempo e tenho certeza que ficou muito contente em nos ver.
Alguns meses depois recebi um telefonema da Marina dizendo que o Sr. Georges havia falecido.
Na mesma hora, eu e a Laura fomos ate a casa dele no Jockey Clube onde foi realizado o velorio e nos despedimos. Continuei mantendo contato com a Dona Yamena, sempre que possivel eu ligava e conversava com ela.
Tenho noticias da Dona Yone pelas Redes Socias, ja a Fernanda Gazale sempre nos falamos.

 

Adoraria ter feito a biografica do Georges Gazale, mas não deu tempo.
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Apaixonante, persona agradavel para ficar horas ouvindo

 

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Um Diplomata no falar e no agir
Nossa Garota de Ipanema 
Conheci o Ministro Francisco Rezek atraves do Programa Código onde ele participou em 2 momentos falando principalmente sobre o Direito Internacional, sempre com a apresentação da querida amiga Helo Pinheiro.
 
Num determinado momento o grande amigo Desembargador Francisco Cesar Pinheiro Rodrigues resolveu ir conhecer o Tribunal Internacional de Haia e perguntou se eu conhecia alguem, falei para ele sobre o Ministro Rezek, fizemos contato e gentilmente o ministro nos atendeu e deu todas as dicas e indicações para a visita do Dr. Francisco. 

 

Assim que o Dr. Francisco retornou marcamos uma visita no escritório do Ministro onde eu gravei um bate papo do Dr. Francisco e ele. Foi uma tarde encantadora, onde ele falou do periodo que ficou morando na Suiça trabalhando como Juiz da Corte Internacional de Justiça. 
Com essa conversa e mais as entrevistas que o Dr. Francisco fez em Haia, incluse com a Presidente da Corte Internacional de Justiça,  a Dra. Rosalyn Higgins, nós montamos um DVD e presenteamos muitas pessoas e alunos dos cursos de Direito Internaiconal da FMU. 
 
O Ministro Rezek sempre foi um assiduo participante dos eventos da Faculdade de Direito da FMU e eu sempre estava por la com as minhas cameras registrando tudo para utilizar no Programa Código de Honra, tinhamos ali um amigo em comum o Dr. Manuel Nabais da Furriela, que na época era o coordenador do curso de Direito Interancional da FMU e o hoje é o Magnifico Reitor da FMU e temos também uma amiga em comum a minha ex aluna de jornalismo Jô de Carvalho, de quem o Ministro tem enorme carinhos e em todos os eventos e jantares de Confraternização do IASP passamos alguns momentos falando da Jô de Carvalho e da pela casa onde ela mora em Paris.
Encontro com o Ministro com frenquencia nas Reuniões almoço do IASP e conversar com o Ministro Francisco Rezek é um daquele momentos de aprendizado que me da muito prazer, seja em conhecimento, vida ou história.
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MEUS ENCONTROS PROFISSIONAIS DESTE MEUS 15 ANOS
 
ENTREGADOR DE LEITE LECO - 1976
No primeiro semestre de 1976 meu amigo Armando de Sá, vizinho da Rua9 me convida para trabalhar com ele entregando Leite Leco na região de São Bernardo do Campos e assim por aproximadamente uns 3 meses todos os dias a 1 hora da madrugada saímos na perua kombi branca e íamos buscar um outro rapaz no Campo Limpo e depois seguíamos para a Leco que ficava na Marginal Tiete onde abastecíamos com várias caixas de Leite e seguíamos rumo a São Bernardo. Durante umas 5 horas distribuímos leite nas residências das regiões de Piraporinha, Taboão, Diadema e São Bernardo e por volta das 07h00 estávamos de volta a Rua9. Assim comecei minha vida profissional recebendo meu primeiro salário e estudando no Colégio Pedro Fonseca no período da tarde.

 

EMPACOTADOR NO MERCADINHO NO ANOS 70
Durante um bom período no final dos anos 70 ganhava uma graninha que garantia o cinema no final de semana. Eu trabalhava fazendo de tudo no Mercadinho da dona Donatila que ficava na Rua9 e um tempo depois ela vendeu o Mercadinho para a Dona Marlene e o senhor Juvenal e do Herbert, onde passei também um período trabalhando.

 

GG INDUSTRIA TEXTEL – RESTAURANTE L’AUBERGE – RESTAURANTE AU' LIBAN
01.03.1977 ATÉ 31.07.1979
Em fevereiro de 1977 sempre nos finais de semana eu ajudava meu cunhado Oswaldo, marido da minha irmã Lourdinha a fazer a manutenção do jardim da casa do senhor Georges Gazale que morava na rua do Jockey Clube em São Paulo. Era uma casa enorme com vários jardins e sempre a dona Yamena Gazale, mulher do seu Georges nos servia café e almoço. Num determinado dia durante o almoço ela pergunta se eu gostaria de trabalhar na empresa do marido dela.
Assim em 01 de março de 1977 comecei meu primeiro emprego registrado como office boy no escritório e deposito de tecido que ele tinha na Rua Coropes em Pinheiros.
Um ano depois tive um aumento de 100/% no meu salário e fui transferido para o recém-inaugurado Restaurante Libanês L’Auberge que ficava na Rua Pamplona e trabalhei ate 31 de julho de 1979 quando pedi demissão para poder treinar futebol.
Muitos e muitos anos depois por volta de 2001 reencontrei o senhor Georges e a LZ12 Comunicação fez toda a linguagem visual do lançamento do Restaurante Au'Liban na Rua João Cachoeira e a comunicação da manteiga Star Light e do Pistachios Au'Liban.

 

UNIBANCO – 03.12.1980 ATÉ 30.06.1986
Em novembro de 1980 fui acompanhar o Zé da dona Hortência, amigo da Rua9 numa entrevista de emprego no Unibanco. Quando chegamos no local a recrutadora entregou para o Zé uma ficha cadastral e outra para mim, neste momento eu disse que estava somente acompanhando, mas ela insistiu e disse que podia preencher e quem sabe eu não seria contratado.
Na verdade, naquele momento eu não queria trabalhar eu queria era jogar futebol.
Mas uma semana depois recebi um telefonema e me fizeram uma proposta para trabalhar de madrugada o que não me atrapalharia em nada poder treinar em algum clube e assim em 1 de março de 1981 eu entrei no Unibanco da Raposo Tavares e comecei a trabalhar da 1 hora ás 7h da manhã.
Em junho de 1986 pedi demissão para fazer estágios em agências de publicidades. Estagiei na DPZ, Artplam e CIA Paulista de publicidade e anos depois abri a minha agencia LZ12 Comunicação.

 

STATUS STUDIO – 1988 ATE 1993
Conheci Marinho Guzman em 1988 na Faculdade FIAM, nós éramos da turma de Propaganda e publicidade e ele fazia parte do meu grupo. O Marinho era o mais velho do nosso grupo,tinha feito o curso de Direito no Mackenzie, jornalismo na FIAM e estava finalizando o curso de Publicidade e começou ali nossa amizade.  Ele me convidou e junto com o Carlinho Duque abrimos uma sociedade no STATUS STUDIO, um estúdio fotográfico na Rua Haddock Lobo esquina com a Rua Oscar Freira.
Um tempo depois somente com o Marinho abrimos um estacionamento STATUS ESTACIONAMENTO na Rua do Rocio no Itaim, num terreno da família dele com 5400 mt e capacidade para 200 carros. Fechamos o estacionamento depois da venda do terreno.
O Marinho foi morar no Guaruja e continuei com o escritório na Oscar Freire administrando alguns negócios dele e editando o Jornal Monday News que criamos para a região dos jardins. 
E no mesmo escritório na Oscar Freire abri a minha agência LZ12 Propaganda e Publicidade, onde fiquei na Oscar Freire ate 1988.
Depois transferi para o Taboão da Serra onde estou ate hoje.
Continuo chamando o Marinho de sócio e pelo menos 1 vez por vez vou visita-lo e almoçar com ele no Guaruja para colocar a conversa em dia. Sempre com minhas meninas Laura e Luísa e a sua companheira Amanda. 

 

FACULDADE FIAM – 01.07.1988 ATÉ 18.12.1987 – CINEGRAFISTA, EDITOR E DIRETOR DE TV
Conheci o diretor da FIAM o professor Roney Cesar Signorini através do Marinho Guzman que era da minha turma do curso de Propaganda e Publicidade na FIAM. O Roney começou a frequentar o STATUS STUDIO e sempre almoçávamos juntos e num destes almoços ele me convidou para trabalhar na Faculdade FIAM no departamento de audiovisual.
Então de julho a dezembro de 1987 trabalhei como cinegrafista, editor e diretor de TV. Pedi demissão em dezembro para cuidar do Status Estacionamento e da minha agencia LZ12 que estava abrindo.

 

FACULDADE FIAM – 01.11.1990 ATÉ 17.02.2015 – PROFESSOR
Novamente o amigo e querido professor Roney Cesar Signorini me liga e me chama para trabalhar como professor assistente nos cursos de propaganda e jornalismo da FIAM. Trabalhei ate 1992 como assistente dos profissionais, Alberto Guiurghi, Flavio Alcantara, Flavio Prado, Eleonora Pascal, Pio Redondo, Randal Juliano e Pedro Tadeo Zorzetto.
A partir de 1993 passei ser professor titular onde fiquei ate fevereiro de 2015, ou seja 25 anos de FIAM.

 

FACULDADE UNISA – 01.04.2002 ATÉ 30.07.2005   - PROFESSOR AUXILIAR DE ENSINO
Num final de tarde em fevereiro de 2002 recebo um telefonema do amigo jornalista Flavio Prado que naquele momento era o diretor da Faculdade de Comunicação da UNISA – Universidade Santo Amaro onde me convida para trabalhar na função de professor para os alunos do 3º ano do curso de Rádio e TV. Durante 3 anos trabalhei em Santo Amaro e depois pedi demissão.

 

PHORTE EDUCACIONAL – 02.03.1996 ATÉ OS DIAS ATUAIS
Em março de 1996 fui participar de uma reunião com o diretor da Faculdade de Educação Física da FMU, professor Flavio Delmanto. Nesta reunião acertamos detalhes para a gravação de um vídeo institucional sobre a Faculdade de Educação Física com minha produção e direção.
Neste momento conheci Fabio Mazzonetto que era o coordenador dos cursos de pós gradação da Educação Física da FMU. 
Quando fui entrevista-lo para o vídeo o Fabio perguntou se eu não poderia fazer um vídeo que iria ser vendido junto com o 2º livro (Alongamento Consciente – Inelia Garcia) que a editora dele estava lançando.
E assim em 1996 a LZ12 Comunicação começou a prestar serviço para o Phorte Editora produzindo e dirigindo os vídeos que acompanhava os livros publicados, depois passei a comprar mídia nos veiculos de comunicação para os cursos de pós da FMU que ele coordenava e montamos a Revista Phorte Informe onde fui o editor nas primeiras 6 edições. De março de 2011 até março de 2021 fui diretor de conteúdo e responsável pela PhorteTV, um estúdio montado na sede do grupo na Rua 13 de maio que produzia programas e videoaulas para curso livres e de pós-graduação para a Phorte Educacional. Desde 2010e sou coordenador dos cursos de Marketing e Comunicação que montei junto com o professor Raul Fonseca e a Phorte Educacional negocia com várias universidades. 

 

LZ12 PROPAGANDE E PUBLICIDADE – 02.08.1992 ATÉ OS DIAS ATUAIS
Em agosto de 1992 abri a minha agência de publicidade a LZ12 com minha sócia Cristina Zanata que permaneceu na sociedade até 2002. A LZ12 sempre foi direcionada para a produção e direção de vídeos tendo como parceiros; Phorte Editora, FMU, Gama Filho, Estácio de Sá, IASP, Edelman, João Carlos Martins, Fabio Saba, Francisco Pinheiro Rodrigues e muitos outros clientes que continuo atendendo até os dias de hoje.   
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Espaço aberto para um Direito fácil e acesivel
22 anos de programa Código de Honra
22 anos na direção do Programa Código de Honra.
Lembro-me do primeiro dia de gravação, 06 de maio de 1999 quando o jornalista Marco Antonio Sabino (hoje secretário de comunicação do Municipio de São Paulo) se preparava para entrevistar o Presidente do IASP, Dr. Rui Celso Reali Fragoso, que falou sobre a Reforma do Poder Judiciário.

 

Assim, começava o primeiro programa “Direito em Debate”, isso mesmo, o programa “Código de Honra” iniciou no Canal Comunitário com o nome “Direito em Debate”.
Somente mais tarde, passou a ser chamado de “Código de Honra” e hoje é visto no Brasil inteiro também pela TV Justiça.

 

Fui convidado pelo diretor da Faculdade FIAM, o professor Roney Cesar Signorini, para ser o Diretor do Programa “Código de Honra”, e numa reunião com o professor Edevaldo Alves da Silva, presidente da FMU e o Dr. Edson Antonio Miranda foi criado o programa.
Nos primeiros anos mantive contato direto com o Dr. Miranda a quem sou muito grato por todo o apoio que tive nos longos anos em que esteve à frente dele, seja através do IASP, seja pela FMU.

 

É difícil esquecer de algumas entrevistas e entrevistados.
Falar de paixão pela profissão é lembrar-se da entrevista do Dr. Manuel Alceu Ferreira – são-paulino assumido e de um censo de humor refinado – Sobre os Avanços da Advocacia, a qual cativou a todos no estúdio.

 

O desembargador aposentado Dr. Francisco César Pinheiro Rodrigues era um dos frequentadores do programa. Como costuma dizer um famoso apresentador de televisão dominical, ele já é sócio, e sempre participa com temas variados, como Morosidade da Justiça, Criogenia, Reforma no Judiciário, Governo Mundial.
Hoje, o Dr. Francisco é um escritor e um estudioso de assuntos internacionais.
 
Gravar um programa com o Ministro Francisco Rezek e outro com o Dr. Luiz Olavo Baptista foi comparável a assistir a uma aula, e das boas, daquelas em que vale a pena ficar até depois do horário.

 

Em Janeiro de 2001 o assunto era a Lei Pelé, e ninguém melhor para falar sobre ela que o
Dr. Carlos Miguel Aidar. “Direito Desportivo no Brasil se traduz em dois códigos: um voltado apenas ao futebol, que é o Código Brasileiro Disciplinar de Futebol; o outro voltado a todas as demais modalidades esportivas, que o Código Brasileiro de Justiça e Disciplina Desportiva”, falou naquela ocasião.

 

O Desembargador Antonio Rulli Jr. foi um parceiro, era professor da Faculdade de Direito da FMU e foi Diretor da EPM – Escola Paulista da Magistratura, o programa “Código de Honra” esteve presente na sua posse e deu para perceber o seu prestígio.
A entrevista com o Deputado Estadual Dr. Fernando Capez foi a nossa maior audiência, nunca recebemos tantos e-mails elogiando o programa.

 

Em uma das minhas muitas curiosidades sobre o Direito, o Dr. Claudio Antonio Mariz me fez compreender por que o Direito Penal é fascinante, esclarecedor e preciso, o Dr. Mariz participou varias vezes no Programa.

 

Foi muito bom poder trabalhar com o aluno da Faculdade FIAM, hoje jornalista, Sérgio Marques, que durante três anos foi o apresentador do Código de Honra.
Em sua primeira entrevista ele já começou como “gente grande”, entrevistando nada menos que o Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo Dr. Luiz Elias Tâmbara.
Também participou os outros presidentes do TJSP, Dr. Renato Nanili e o amigo Dr. Paulo Dimas de Bellis e recentemente o Dr. Manuel Calças.

 

Não podemos esquecer as entrevistas que Sergio fez com o governador de Minas Gerais Aécio Neves e com o Ministro Jose Dirceu, quando em visita à FMU.
 
Em alguns momentos também fiz o papel de repórter do programa e tive o prazer e a oportunidade de entrevistar muitas personalidades, desde o então Ministro da Justiça Tarso Genro, os Governadores de São Paulo Claudio Lembo e depois Geraldo Alckimin, o jornalista Boris Casoy, a apresentdora Ana Maria Braga, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab o ministro do STF Marco Aurélio de Mello e muitos outros Ministro da Corte, o Presidente da Republica Fernando Henrique Cardoso e muitas outras autoridades, dos quais alguns se tornei amigo.
 
Sempre acreditei e passei para os meus alunos de Jornalismo da Faculdade FIAM a importância de conviver, conversar e ouvir os mais experientes, e isto eu senti na pele quando gravava as reuniões do IMAE – Instituto Metropolitano de Altos Estudos da FMU.
 
Ali, durante uns dois anos, pude adquirir um pouco da sabedoria dos seus membros, entre eles a escritora Lygia Fagundes Telles, o prof. Dr. Arnaldo Niskier, Ministro Marco Aurélio Mendes de Farias Mello, prof. Dr. Celso Lafer, prof. Cesar Callegari, prof. Dr. Ives Gandra da Silva Martins, Publicitário Mauro Salles, prof. Dr. Flavio Fava de Moraes, Poeta Paulo Bonfim, prof. Dr. Luiz Gonzaga de Mello Beluzzo, prof. Dr. Roberto Moreira, escritor e jornalista Rodolfo Konder, Dra. Rosina Spósito Roxo, o prof. Edevaldo Alves da Silva e o saudoso prof. Dr. José Aristodemo Pinotti.

 

Lembro-me de um programa sobre as comemorações do final da Segunda Guerra Mundial. Os depoimentos de cada um deles eram uma aula de história.
De alguma forma, eles tinham vivido aquele momento.
Isso para mim era puro conhecimento, e pude transformar em programas esses encontros e compartilhar com os telespectadores do “Código de Honra”.

 

Não poderia deixar de falar das mulheres, elas sempre tiveram presença marcante no programa. Em agosto de 2000, pudemos contar com a elegância da Dra. Josefina Maria de Santana Dias, diretora-secretária do IASP, e também com a Dra. Maria Cristina Zucchi, Dra. Ivette Senise Ferreira, desembargadora Diva Malerbi, e muitas outras.
Gostaria de fazer um agradecimento em especial à Dra. Maria Odete Duque Bertasi, primeira mulher presidente do IASP onde tive um ótimo relacionamento profissional e hoje é uma querida amiga.

 

E, é claro, não poderia deixar de falar da jornalista Helô Pinheiro, que durante 5 anos nos presentiou com seu charme na apresentação programa.
Helô faz parte desta categoria, formou-se em Direito pela FMU em 2008 – , e a cada gravação me ensinava um pouco, ótima profissional e acima de tudo nos tornamos amigos e estamos sempre juntos.

 

Passou pela apresentação do Programa o Dr. Celso Fiorillo, um ótimo profissional e um especialista no Meio Ambiental, o saudoso Rodolfo Konder também nos brindou com a sua presença. O querido amigo advogado Cesar Klouri, também nos prestigiou durante um periodo na apresentação e recentemente as duas amigas do IASP, Dra Fabiana Lopes Pinto e a Dra. Ana Emilia Oliveira Almeida Prado dividem a apresentação. 
Não poderia deixar de falar da parceira que tive o Dr. Paulo Hamilton Siqueira Jr, Diretor da Faculdade de Direito da FMU, um amigo que sempre me apoiou com o Programa.
 
Conheci em 1999 o jovem advogado José Horácio Halfeld Rezende Ribeiro, que sempre acompanhava as gravações. Nos tornamos amigos e durante 6 anos foi o Presidente do IASP onde fizemos uma ótima parceria seja no Programa Código de Honra ou em outros eventos juridicos. Tenho muito que agradece-lo.
 
Sou formado em Publidade e em jornalismo e posso dizer que tenho enorme orgulho e prazer em dirigir o “Código de Honra”.
Desde o início, tem sido para mim uma grande escola, afinal foram mais de 600 entrevistas com pessoas fascinantes, profissionais brilhantes e com sabedoria de mestres.

 

Estou muito feliz por ter participado desses projeto desde o inicio e poder contar com a ajuda desses profissionais fundamentais para a soberania da nossa sociedade que são vocês – ADVOGADOS.
Grato Delci Lima