MINHA GAROTA DE IPANEMA
Helô Pinheiro

Querida Helô.
Nós nos conhecemos no início dos anos 1990.
Quem nos apresentou foram meus saudosos amigos, o fotógrafo Marinho Guzman e o diretor da faculdade FIAM, professor Roney Signorini.
Naquele dia estávamos no Status Studio, na Rua Oscar Freire, e você foi nos visitar com seu marido, Fernando Pinheiro.
Almoçamos juntos, e foi assim começamos uma amizade.
Depois, passamos a nos encontrar em alguns eventos, e você sempre foi muito atenciosa comigo.
Sua filha, Ticiane Pinheiro, foi minha aluna na disciplina de telejornalismo, na faculdade FIAM, na turma de 1997.
Em abril de 2006, eu dirigia o programa Código de Honra, um programa sobre Direito, produzido e realizado pela Faculdade de Direito da FMU e pelo IASP — Instituto dos Advogados de São Paulo. Um dia, o professor Roney me procurou e perguntou se não poderíamos convidar você para ser a apresentadora do Código de Honra.
Afinal, você estava cursando o 3º ano de Direito e já havia se formado em Jornalismo na FIAM.
E assim foi feito.
De 2006 até setembro de 2010, você emprestou seu charme, talento e profissionalismo à apresentação do Código de Honra, que gravávamos nas tardes de quinta-feira no estúdio da FIAM, no Morumbi, e depois no estúdio da FMU, na Liberdade.
Trabalhar com você foi um grande aprendizado: sempre atenta, preparada e dedicada às entrevistas. Mas o melhor de tudo foi nos tornarmos amigos.
Durante muito tempo, saíamos juntos para almoçar ou ficávamos conversando por telefone sobre os filhos, a vida e o futuro.
Você sempre me convidava para participar de alguns eventos profissionais e familiares. Eu, Laura e minha pequena filha Luísa estivemos presentes em algumas festas de seu aniversário ou de seus familiares.
Conheci sua generosidade.
Não havia uma gravação em que você não levasse uma lembrança — fosse para mim, para a Laura ou para minha filha Luísa.
Você, a eterna Garota de Ipanema, conhecida mundialmente, sempre demonstrou isso na prática. Pude comprovar nas vezes em que andávamos juntos, seja pela faculdade, seja pelos eventos que eu a acompanhava: sempre muito atenciosa e prestativa com todos.
Suas filhas são maravilhosas: a Jô, a Kiki e a Ticiane, que foi minha aluna em 1997 no curso de Jornalismo, no 3º e 4º ano da disciplina de telejornalismo da FIAM. E o querido Fernandinho, seu filho, que é um amor de pessoa e um são-paulino fanático.
Fico feliz quando faço a gentileza de levar Fernandinho e Laura — dois são-paulinos — para assistir, no Morumbis, a uma partida do Tricolor.
Apesar de eu ser santista, kkkk.
Helô, adoro quando conversamos por telefone, falando sobre os filhos e sobre a vida.
Um grande beijo no coração, minha querida.
Salve 2026