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Vou contar um pouco de algumas histórias que vivi e gosto de contar para os amigos.
Me formei em Publicidade e Propaganda em 1987 e em seguinda conclui o curso de Jornalismo em 1989 pela Faculdade FIAM e fiz pós graduação em Administração e Marketing Esportivo pela Universidade Gama Filho e fui professor Universitário durante 25 anos na propria FIAM.
Mas na verdade nunca quis ser Publicitário, Jornalista ou professor universitário. 
Eu explico.
 
Desde pequeno eu sabia o que queria ser quando crescesse, ou seja, queria trabalhar com televisão, cinema ou vídeos, seja dirigindo, produzindo ou ate escrevendo.
Bom, isso quando eu tinha uns 12 anos.
 
Mas quando cresci e decidi fazer faculdade no início dos anos 80 não havia muitos cursos nessa área, então o que mais se aproximava era Propaganda e Publicidade, então em 1984 iniciei o curso na Faculdade FIAM, uma faculdade de renome e muito cara na época.
Lembro que trabalhava de madrugada no Unibanco e o que eu ganhava mensalmente não dava para pagar a faculdade. Tive ajuda da minha irmã Leda durante um bom tempo.
 
Já o curso de jornalismo surgiu por influência de amigos, como eu já estava trabalhando como sócio no Status Studio (um estúdio fotográfico do Marinho Guzman e do Carlinhos Duque) e visitava muitas redações para levar releases e as fotos tiradas das modelos no Studio, me aproximei do jornalismo. Assim numa conversa a noite na Pizzaria Monte Verde com o Carlinhos Duque ele me incentivou a fazer o curso.
Sai da Pizzaria e fui para casa pensando e no outro dia liguei para o professor Roney, diretor da FIAM e em seguida estava matriculado no curso de Jornalismo.
Entrei direto no 3º ano e me formei em 1989.
 
E ser professor universitário jamais passou pela minha cabeça.

 

Um dia, outra vez, o professor Roney Signorini me convida e aceito ser professor assistente (cargo que ele criou) para trabalhar junto com Randal Juliano, Flavio Prado, Pio Redondo, Flavio Albuquerque e Alberto Guiurgui estes dois, professores de Publicidade.
Assim em 1 de novembro de 1990 fui contratado e trabalhei como professor ate dezembro de 2014 na FIAM. Fui assistente dos professores de publicidade somente no 2º semestre de 1990, depois passei a trabalhar somente com os de telejornalismo.
 
Trabalhar com o Randal Juliano foi uma experiencia única, afinal o Randal Juliano era o senhor da comunicação. Iniciou no Rádio, passou pela televisão e foi um profissional completo, trabalhei com ele uns 2 anos, depois ele saiu da FIAM.
Foi um bom professor e um São Paulino fanático, morreu em 2006 com 81 anos.
 
O Flavio Prado virou amigo, trabalhamos juntos somente 1 ano, saiu da FIAM e foi para a São Judas e depois para a Faculdade Unisa, onde me convidou e fui professor por 2 anos.
 
Trabalhei também um semestre com a jornalista Eleonora Pascoal, aprendi bastante, uma profissional completa. 
 
Mas o grande parceiro de FIAM foi o Pedro Tadeo Zorzetto que foi contratado para substituir o Pio Redondo que ficou pouco tempo na faculdade.
Durante 10 anos foi o Tadeo quem me ensinou a ser professor de telejornalismo e profissional de televisão, aprendi tudo com ele.
Criamos uma grande amizade profissional e de confiança, alguns meses depois de nos conhecermos ele foi fazer os Jogos Pan Americano em Cuba e quando voltou me convidou e participei do maior aprendizado que tive na vida profissional como jornalista, fui trabalhar junto com ele na cobertura dos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992. 
Então em 92 estava no no IBC - Centro de Imprensa de Barcelona onde as maiores emissoras de comunicação do mundo produziam seus conteúdos, os melhores profissionais de jornalismo dos seus paises e os melhores atletas do Planeta nos presentiavam com seus profissionalismo, e eu um recém formado em jornalismo estava fazendo parte de tudo isso.

 

Tenho muito que agradecer ao Tadeo, continuamos amigos e hoje ele é um dos meus professores nos Cursos de Pós Graduação em Marketing e Comunicação que montei junto com o professor Raul Fonseca para diversas Universidade que comercializam esses cursos.
Obrigado Tadeo.
 
E assim por 25 anos me diverti, aprendi e contartilhei muitas boas histórias para meus queridos alunos dos 3º e  4º da disciplina de telejornalismo e Publicidade da Faculdade FIAM. 
 
E vou aproveitar esse espaço para contar um poucos desses Encontros e suas Hitórias.
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 Boni, o Todo Poderoso da Rede Globo, o profissional que ajudou a montar a
4ª melhor  emissora de Televisão do mundo.
Dedicatória para deixar o Ego nas alturas
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50 Anos de muita história da Tv Brasileira
1º Encontro
Durante a reunião de pauta da turma OD 411/1998 de jornalismo da FIAM, rolou uma conversa sobre a dificuldade que certo grupo estava tendo para achar convidados para participar do "Programa Opinião FIAM", que tinha como objetivo trazer personalidades para um programa que era produzido pelos alunos e exibido ao vivo durante o intervalo da faculdade e mais 1 hora de conversa com os demais alunos da turma em sala de aula.

 

Eu como sempre muito otimista e incentivador falava que poderíamos trazer para o programa qualquer pessoa. 
Conversa vai, conversa vem e em determinado momento depois de muita dificuldade do grupo e nada de chegar a algum lugar, eu disse que entrevistaria qualquer pessoa e fui mais longe, disse que poderiam dizer o nome que iria entrevistar.

 

Um engraçadinho (não lembro o nome) resolveu me desafiar e disse, então se você gosta tanto assim do Boni entrevista ele. Olhei para ele para a turma, pensei e falei, ta bom, aceito o desafio, vou entrevistar o Boni.

 

Acabou a aula e indo para casa fiquei pensando como iria conseguir chegar perto e entrevistar o Boni, o cara não da entrevista, é o Todo Poderoso da Rede Globo e mora no Rio de Janeiro, to ferrado.

 

Comecei a contar essa história para todo mundo e de repente uma aluna da outra turma, a Cida (já uma senhora) quando ouviu essa conversa falou, posso te ajudar.
Fiquei curioso e perguntei como?
Ela disse, eu faço terapia com a mãe do Boni posso conversar com ela e depois eu te falo. 

 

No outro dia ela me procurou e disse. – Olha, eu falei com a dona Kina de Oliveira e ela disse que na semana que vem ela vai lançar um livro na Bienal do Livro em São Paulo e o Boni estará presente, mas ela pediu para não falar para ninguém porque o Boni não quer falar com a imprensa.
Ótimo, convidei a Cida e a sobrinha dela Tatiana que era minha aluna do 3º ano de jornalismo da noite para ir junto comigo, assim eu fazia uma média com a Cida e com a Tatiana. Fechado

 

No dia marcado fomos, eu, Cida, Tatiana e o Rogério (cinegrafista da FIAM) para a Bienal do Livro. Chegamos no estande onde estava a Dona Kina e a Cida me apresentou.
A Dona Kina de Oliveira tinha a aparência de uma vozinha muito simpática, me cumprimentou com entusiasmo, disse que a Cida gostava muito de mim, e me presenteou com um livro autografado (Eros) disse que assim que o filho chegasse me apresentaria, mas me pediu um favor.
Já que você está por aqui você não pode entrevistar essas pessoas que estão na fila para autografo. Como dizer não para a simpatica mãe do Boni.

 

Primeira lição para a Cida e a Tatiana:
Eu não tinha a mínima ideia sobre o que era o livro dela e muito menos conhecia as pessoas da fila. Mas lá vou eu brincar de repórter, afinal teria uma missão quase impossível, entrevistar o Boni.

 

Dei uma sorte danada, o primeiro da fila era o Dante Amaral, ex jogador de vôlei da seleção Brasileira. Quando falei o nome da Dona Kina ele começou a desembestar a falar, que ela tratava dele desde pequeno e me contou quase tudo sobre o livro. Como disse essa foi a primeira lição para a Cida e a Tatiana, pois a partir dessa sonora todas as outras ficaram mais fáceis, entrevistei umas 10 pessoas incluísse o best-seller Lair Ribeiro que na época era o autor bola da vez com seus livros de autoajuda.

 

Em fim chega o Boni com a sua adorável esposa Lou, fiquei no meu cantinho e em seguida vem a dona Kina com o Boni em minha direção, mais uma vez ela foi um amor, me apresentou para o filho como se me conhecesse a anos, disse que eu era adorável que tinha entrevistado todos os amigos dela da fila e que eu era professor universitário.
Nem preciso dizer como ficou o meu Ego. Nervoso, não, pelo contrario estava tranquilo.

 

Então pego o microfone e pergunto se ele poderia falar comigo, ele diz que não porque não sabia falar para a televisão e fica muito fica nervoso. Ai foi a deixa.
Eu disse, como assim, o senhor montou a televisão brasileira ajudou a formar os melhores profissionais das artes e do jornalismo e diz que está nervoso. Nervoso quem tem que ficar sou eu, ele sorriu e falou então vamos la.

 

Foi uma conversa de uns 10 minutos falamos sobre a mãe dele, sobre televisão, jornalismo, Silvio Santos, Roberto Marinho e principalmente sobre a saída dele da Globo.
Finalizando perguntei qual era os planos para o futuro. 
Ele disse que não tinha planos para o futuro, tinha que cumprir a quarentena da Globo, me apresentou a sua esposa Lou e disse que no final de semana estava indo ficar uns meses em Veneza de férias com Lou.
Eu falei, então tá,
Ele se despediu e disse que não ficou tão nervoso e fomos embora.
Anos depois eu estive em Veneza com a minha mulher Lau e minha filha Lu. kkk

 

No outro dia estou pronto para enfrentar a turma que me desafiou, chego cedo na Faculdade e vou ver o material bruto junto com turma.

 

Segunda lição:
Todas as entrevistas que fiz na fila estavam perfeitas, áudio e vídeo em ótima qualidade.
Então vamos assistir a entrevista do Boni.... sem áudio.
Os 10 minutos de entrevista ficaram sem áudio.
Apesar de não estar nervoso, com certeza eu mexi no botão que desliga o áudio do microfone e não saiu um único som. (meus alunos entederam perfeitamente a minha cagada, ate aquele que me desafiou)
Essa história foi motivo de muitas horas de aula para as outras turmas.
E claro, pedi para a técnica da FIAM, travar em todos os microfones o botão de liga e desliga.
 
2º Encontro
Alguns meses depois estou no MaxiMídia, evento organizado pela Revista Meio e Mensagem que era realizado na época no World Trade Center em São Paulo.
Estou retirando minha credencial e o atendente me entrega e falo para ele, essa credencial não é minha. (estava escrito Boni – Jose Bonifácio de Oliveira Sobrinho), o rapaz meio sem jeito fica olhando para mim, quando de repente alguém bate nas minhas costas e diz, é minha.
Ai eu olho para tras para ver quem é o sujeito, e ele olha para mim e diz, você outra vez.
Era o proprio Boni. 

 

Eu passo a credencial para ele, pego a minha e saímos da fila, eu pergunto se ele veio participar de alguma palestra e diz que sim, eu aproveito para convida-lo para ir falar na FIAM, ele gentilmente agradece e diz que ainda esta de quarentena na Rede Globo e tem parado pouco no Rio o no Brasil.
Então para minha surpresa ele tira uma cartão do bolso, escreve um telefone atráz e diz, me liga, se eu estiver no Brasil e agenda vai ser um prazer.
Ele segue para o auditório e fico ali parado por alguns instantes tentando entender.
Nunca liguei para o Boni.

 

3º Encontro
No ano de 2000 estava indo para casa depois de dar aula na FIAM, por volta das 22h30 quando escuto na Radio CBN que o Boni está em noite de autografo no Jockey Clube de São Paulo com seu livro "50/50 – 50 anos de TV no Brasil",
Outra vez por coincidência estava perto do Jockey que é do lado da FIAM.
Corri para la e parei meu carro na rua e fui direto para as escadaria do Jockey, assim que cheguei na porta, uma elegante recepcionista me deu um livro e me apontou para o salão.
Já era tarde da noite, e não tinha mais ninguém no salão, dei uma olhada para um lado e para o outro e vi uma mesa onde estava o Boni e o Benedito Rui Barbosa, somente eles.

 

Cheguei perto com o livro na mão e novamente o Boni disse, você outra vez.
Eu falei, pois é, entreguei o livro e dessa vez eu dei meu cartão para ele.
A sala estava um pouco escura e ele se esforçou para ler o cartão e disse, Delci Lima, Consultor de Comunicação, o que é isso?
Eu falei, não tenho a mínima ideia, achei o nome legal e coloquei no cartão.
Ele olhou novamente para mim e disse, você conhece o Benedito? 
Como eu não sou bobo disse, sim.
Olhei para o Benedito e falei, eu fiz faculdade com o seu filho, o Marcelo, ai ele olhou pra mim e disse o Marcelo nunca se formou.
Eu falei, eu sei na verdade a gente saia da sala de aula para jogar futebol, mas eu me formei em Publicidade e depois em Jornalismo.
Então o Boni falou, puxa a cadeira e senta aqui, estamos esperando para ir embora.
Sentei e o Benedito ficou falando do Marcelo. 

(um atalho, em setembro de 2008 tive uma reunião com o Marcelo Barbosa no escritorio deles em Alphaville, eu estava fazendo assessoria de imprensa para o filme do Frank Aguiar e a produtora do Benetito era quem ia produzir o filme do Frank. Minha mulher Laura estava comigo nesta reunião e como eles são Sao Paulinos começaram a falar de futebol, e num determinado momento o Marcelo diz para minha mulher que eu fui o responsavel por ele não ser jogador de futebol e trancar a matricula na Faculdade, eu não entendi. O Marcelo era goleiro e ele diz que fez uma defesa num chute que eu dei e ele quebro o dedo da mão, e disse que esse foi o motivo de não fazer o teste no Morumbi e trancar a Faculdade.  Bom, como na época eu era um craque eu ate acreditei que fosse possivel).kkk

 

O Boni disse alguma coisa e alguns minutos depois chegaram algumas pessoas, o Boni levantou para cumprimentá-los, eu me despedi do Benedito Rui Barbosa, o Boni me deu um abraço, entregou o livro e fui embora.
Nesta noite fiquei emocionado, não consegui dormir nem abrir o livro.

 

No outro dia li a dedicatória:
Alô Delci, carinho e admiração do amigo – Boni

 

Meu Ego novamente bateu no teto
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A pesar de nunca ter trabalhado como jornalista,
sempre gostei e gosto de fazer entrevistas.
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Também sou fã do Silvio Santos, seja pelas loucuras ou acertos que ele fez e faz com a sua emissora. Então num determinado momento decidir entrevistar o Silvio Santos, é claro que era uma tarefa impossível, ele não da entrevista, fica na dele.
Mas como eu era (melhorei um pouco) medito a besta, fui tentar.

 

Fiquei aproximadamente uns 3 meses negociando a entrevista com o Arlindo Silva, que era Diretor de Departamento no SBT e amigo do Silvio Santos.
E depois de muitos telefonemas a secretaria do Arlindo Silva me liga e diz, vem aqui na Vila Guilherme às 16h00 que o Silvio vai te atender.
A desculpa da entrevista era para um trabalho de Faculdade, eu estava no último ano de Jornalismo/1989 e tinha inventado para as aulas de Telejornalismo um programa para meu grupo chamado " Nos Bastidores da TV". 

 

Então retiro uma câmera Panasonic Camcorder na FIAM e junto com a amiga do meu grupo Cristiane Lopes, vamos para o SBT ou TVS, como também era chamada na época.

 

Depois de alguns minutos de chá de cadeira vem o próprio Arlindo Silva pedindo todas as desculpas do mundo dizendo que o Silvio Santos não iria nos atender por que teve que fazer uma viagem de última hora.

 

Detalhe:
Ele disse para nós o motivo da viagem de última hora, mas isso é outra história que voce vai saber mais a frente. Continua lendo, que te conto ..... kkk

 

Fiquei muito bravo e um tanto decepcionado, então como já que estávamos no SBT eu pedi para o Arlindo Silva deixar a gente conhecer a redação do TJ Brasil que tinha acabado de estrear e estava fazendo um sucesso danado com o Boris Casoy.

 

Ele prontamente nos atendeu e fez questão de nos levar na redação e nos apresentar para os Diretores de Jornalismo, Marcos Wilson, Luiz Fernando Emediato, Dácio Nitrini e o próprio Boris Casoy e disse que eu tinha toda a liberdade gravar tudo que achasse necessário para o meu programa
"Nos Bastidores da TV".
Eu estava bravo mais com moral. kkk

 

Foi neste momento que conheci o Boris Casoy, sempre muito educado e prestativo, então pedi para ele gravar no cenário do TJ Brasil a chamada do "Programa Nos Bastidores da TV" o que ele fez com maestria e supervisão do fiel escudeiro Dácio Nitrini que ficou o tempo todo ao lado do Boris e de olho em nós.

 

Passamos a tarde inteira no SBT e assistimos dentro do estúdio ao vivo a apresentação do TJ Brasil que começava antes do Jornal Nacional. Eu com a minha câmera registrando tudo.
Ao final do TJ Brasil o Dácio Nitrini nos convidou para irmos à redação onde todos iriam discutir o TJ Brasil e assistir pelas Tvs espalhadas na redação a abertura do Jornal Nacional que começaria em seguida.

 

Estou na redação gravando tudo, e num determinado momento quando começa o Jornal Nacional e o Cid Moreira e o Sergio Chapelin começam a fazer a escalada.
Vejo o Luiz Fernando Emediato sair da sala dele aos berros e xingando todo mundo com todos os palavrões permitidos e não permitidos. Eu não paro de gravar e registro tudo.
Ele chama algumas pessoas para a sala dele e vejo esporro para todo mundo.
Neste momento quando percebo que a bomba vai estoura, eu desligo minha câmera e junto com a Cristiane saímos de mansinho e vamos embora.

 

Detalhe 2:
Lembra quando eu disse que depois contava o motivo pelo qual o Silvio Santos não nos atendeu,
agora voce vai saber.

 

Bom, o que foi dito na escalado (abertura) do Jornal Nacional para deixar o Emediato puto da vida.

 

Simplesmente o fato do Silvio Santos ter ido para Brasília anunciar a sua candidatura a Presidente do Brasil e a Direção do principal jornal do SBT, que era da emissora dele, não saber de nada e o Jornal Nacional dar a notícia como exclusiva.

 

Eu e a Cristiane eramos alunos do 4º ano de Jornalismo e alguns anos depois como professor passei a contar essa história para os meus alunos e dizer que noticia é sempre notícia, mas naquele momento, aquela informação que o Arlindo Silva nos passou às 17h00 eu não tinha a mínima noção que fosse notícia.
Na verdade eu estava puto por não entrevistar o Silvio Santos.

 

Lição: Jornalista é jornalista ate dormindo.
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Colunista Social de primeira
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Emprestando seu prestigio para o Jornal Monday
Conheci o Amaury Jr através do Marinho Guzman e do professor Roney Signorini, eles são amigos de longas datas. Em alguns momentos encontrávamos o Amaury pelas festas e umas 3 ou 4 vezes ele esteve nos visitando no Status Studio, na Rua Oscar Freire.
 
Numa dessas vezes ele e o Marinho acertaram de fazer um quadro dentro do Programa Flash que ele tinha na Bandeirantes que ira chamar " As Certinhas do Marinho Guzman", que era gravar umas modelos de maio e bikini, fazer a edição e colocar no Programa dele, e assim foi decidido.
Eu estava fazendo o último ano de Publicidade e iria dirigir as modelos num estúdio que ficava no Bairro do Glicério, onde o Amaury era sócio com um pessoal do Japão.
 
Então uma vez por semana o Marinho selecionava 3 modelos e no dia da gravação eu as levava para o Salão de Beleza De La Lastra onde elas eram produzidas e depois íamos para o Estúdio no Glicerio.
 
Gravamos umas 12 modelos, entre elas a Kiki e a Jô Pinheiro, filhas da Helô Pinheiro, e também a Karin Villen Baum, que tinha sido Miss São Paulo e sempre vinha nos visitar ou almoçar conosco no Stúdio, hoje a Karin é a senhora Marinho, casou com o Roberto Irineu Marinho, presidente da Rede Globo e mora no Rio de Janeiro.
Nunca mais encontrei com a Karin.
 
Depois das gravações participei de uma reunião na TV Bandeirantes com o Amaury Jr. e a diretora do programa para acertar detalhes da edição e pós finalizaçao dos vídeos que gravamos para o programa. Mas,.... um mês antes de estrear o programa, recebemos um comunicado da Diretoria da Band dizendo que o Diretor deste quadro (eu) não era jornalista e não poderiam colocar o programa no ar.
Nao entendemos esse comunicado, mas o quadro não foi ao ar e eu não virei Diretor.
Então no inicio de janeiro o Luciano do Valle lançou " As garotas Verão " no Programa que ele fazia no Guarujá. 
Comecei a entender e a partir desse momento passei a colar e pregar o meu tapete. kkk
 
Estive com Amaury Jr em várias situações, festas, lançamento dos seus livros, em Campos do Jordão e no lançamento da sua Revista Flash. Neste evento paguei o maior mico.
Foi um evento grandioso no Hotel Grand Hyatt na Berrini, com a presença do Presidente da República, governadores, prefeitos, senadores, atletas, artistas e todos os outros socialytes.
Era uma Festa Black Tie, com direito a jantar e tudo mais. 
Neste dia minha aluna/namorada e hoje minha mulher Laura estava comigo.
Mas eu fui de calça social e uma blusa vermelha, ou seja, eu era o pontinho vermelho na festa. 
Hoje aprendi a me vestir conforme a ocasião. Troquei o vermelho pelo vinho, pelo menos na taça. kkk
 
Falando em contar histórias, num final de noite dessas festas, estávamos no Guaruja no Hotel Casa Grande num evento organizado pelo Marinho e cobertura do Programa Flash e no final da festa, eu, Marinho Guzman, Roney Signorini, Amaury Jr, Ciro Batelli e Ney Gonçalves Dias nos reunimos e fiquei ouvindo as melhores histórias boas na minha vida.
O Ciro Bateli foi durante muitos anos o presidente do Caesars em Las Vegas e o nome do Brasil em Las Vegas e contou muitas histórias sobre os brasileiros endinheirados, jogos, casinos, mulheres e falou da reunião que teve com o Silvio Santos sobre ele querer abrir um Cassino no Brasil, exatamente no Guaruja. 
Ele estava falando do ainda não construído Hotel Jequitimar do Guaruja.
 
E as histórias hilariante sobre a televisão contadas pelo talentoso Ney Gonçalves dias, falando da Hebe, Ratinho, Silvio Santos, Tuta e muitos outros.
Eu estava no lugar que adoro, ouvir histórias de quem participou da historia
 
Fui professor da Maria Eduarda, filha do Amaury e junto com ela conseguimos leva-lo para participar do " Programa Opinião FIAM/1999".  Foi um programa maravilhoso, os alunos adoraram e quando fui levar o Amaury no estacionamento ele me disse que foi um dos melhores momentos da vida dele, pois tinha gostado da sinceridade com que os alunos falaram com ele sobre todos os assuntos, seja fofoca, bastidores, jaba, dinheiro, noitadas e mulheres.
 
Durante um período o Amaury emprestou seu prestigio escrevendo uma coluna para o Jornal Monday que eu fazia com o Marinho Guzman na época do Studio.
 
Pedi e o Amaury gravou para mim um piloto de um programa chamado " Delirio ", um programa onde personalidades falam sobre seus Delirios de famosos.
Ele foi muito gentil em aceitar e gravar no seu escritório na Praça das Guianas.
Estou esperando a agenda dele para gravar e participar do meu programa Profissões.
 
A última vez que estive com o Amaury, foi no escritorio na Praça Guianas, fui la para gravar um depoimento dele sobre o seu advogado Ricardo Leitão (irmão da jornalista Miriam Leitão), que estava fazendo aniversário e eu estava produzindo, a pedido do Maestro João Carlos Martins um vídeo com os amigos e clientes do Ricardo. Neste dia eu estava com meu amigo e editor de video Adriano Rodrigues, fomos direto para a sala dele, quando entro ele ja vai logo me chamando de viado e dizendo que não vai gravar nada comigo porque era cedo demais e não estava com a cara boa.
 
O Adriano não entendeu nada, ele pede para eu sentar e liga para a Celina, a mulher dele e diz, 
"Celina o Delci esta aqui para fazer a gravação, voce quer que ele va ate ai, porque eu não vou gravar nada agora não". Bom ele fica me pentelhando e diz que iria gravar o depoimento com o equipamento dele e depois me passava as imagens em seguinda nos convida para tomar um café e nos leva para mostrar os novos brinquedinhos que ele acabava de comprar, que era os computadores e as ilhas de edição que ele estava montando para finalizar os programas dele, nos despedimos e fui embora, no outro dia ele me entrega os depoimentos em Beta.
 
A Maria Eduarda sempre me falava, você tem que dirigir o programa do meu pai.
 
E sempre que o Amaury me encontra ele diz, você engordou, quando te conheci você era magrinho. 
E me pergunta, quando você vem trabalhar comigo?
 
Pó Amaury, convida que vou.
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O bom jornalismo estará sempre presente
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Sentindo sua falta no dia dia do jornalismo 
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Profissão Jornalista
Seguindo a minha fase universitária de ser metido a besta.
Em 1989 resolvi entrevistar por conta própria os editores dos Jornais Estado de São Paulo e da Folha, uma tarefa quase impossível para um aluno do 4º ano de jornalismo. Mas consegui.

 

Na ocasião entrevistei o Augusto Nunes que foi o 1º Diretor de Redação que não fazia parte da família Mesquita e fiquei encantado com a forma que ele me atendeu e o carinho que dedicou com seu tempo precioso fazendo questão de me mostrar a Redação e me levar até a sala e me apresentar com elogios para o dono do Jornal, o Sr. Mesquita, eu era aluno e sai dessa entrevista me sentindo o cara.

 

Um mês depois, após vários telefonemas, consegui fazer outra façanha, entrevistar o Diretor de Redação da Folha, Otávio Frias Filho, um jovem que estava fazendo uma revolução no jornalismo impresso.
Foi outro momento de encantamento, conhecimento, história, aprendizado e depois de uma hora de conversa, educadamente nos despedimos e novamente sai me sentindo o cara.

 

Esses dois momentos me despertou o interesse pela entrevista, algo que continuo fazendo e me divertindo no meu programa Profissões e na Direção do Programa Código de Honra onde estou a 20 anos.
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A Praça será sempre nossa
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Marcelo Nobrega, amigo de turma da FIAM
Entrevistando o donda Praça 
Conheci o Marcelo Nóbrega na Faculdade FIAM, estudamos o 1º ano na mesma sala e nos tornamos amigos, estavamos sempre juntos e eramos do mesmo grupo, uma vez fui com ele fazer um trabalho na Pinacoteca e ele nunca tinha andado de ónibus nem de Metro, depois entendi o porque. 
Eu não tinha a minina noção de quem ele era filho. Um dia ele disse que ira trancar a matricula porque iria morar no Rio de Janeiro. Perguntei por que e ele falou que o pai dele era Diretor na Rede Globo, eu disse como assim, quem é o seu pai? Ele falou, é o diretor dos Trapalhões e eu disse, mas o Diretor é o Carlos Alberto de Nobrega.
P
oís é, era o pai dele. E assim nos despedimos.
Uns anos depois ele foi na FIAM me procurar e disse que estava voltando para São Paulo porque seu pai tinha assinado com a TV Bandeirantes e iria gravar naquele dia o programa Praça Brasil.

 

Fui no carro dele para a TV Bandeirantes, ele me apresentou rapidamente para o Carlos Alberto e eu fiquei sentado na plateia assistindo a gravação.
Neste momento aconteceu um situação engraçada, (novamente naquela situação de universitário metido a besta) assim que acabou um cena eu estava sentado atras do Diretor do Programa, encostei no ombro dele e disse, olha a Consuelo Leandro estava fazendo caras e bocas e la no fundo esta um pouco escuro, e vi pelo retorno que não foi gravado.

 

O sujeito olhou para minha cara, virou para frente e gritou; iluminador por favor dar mais luz no fundo do cenário, Carlos Alberto vamos gravar outras vez, preciso de uns inserts da Consuelo fazendo as caras e bocas. Atenção gravando....
Ele olha para mim e não disse nada.
(Eu com aquela cara de .... puta que pariu, medo e euforia.)
Fiquei ate o final da gravação e o Diretor me viu várias vezes e não falou comigo e nem me comprimentou.

 

Me despedi do Marcelo e peguei um busão para a minha casa no Monte Kemel que fica uns 8 kilometros da Band. 
Bom, o Diretor era nada menos que o Augusto César Vannucci, ex diretor dos famosos musicais da Rede Globo e dos 19 programa de Natal do Roberto Carlos.
Bom, mas as histórias são com o Carlos Alberto de Nobrega.

 

Fui conhece-lo melhor depois que ele cancelou o contrato com a Bandeirantes e foi trabalhar no SBT com o Silvio Santos.
Estive várias vezes a convite do Marcelo, assistindo as gravações da Praça é Nossa no Teatro Silvio Santos, na Av. Ataliba Leonel, ia e voltava de busão,  longe pra casete da minha casa.

 

Em novembro de 1989 resolvi entrevista-lo e ele me atendeu, a entrevista era para o Jornal Monday que eu fazia e foi realizada nos estudios da Vila Guilherme, anida não existia o complexo da Anhanguera.
 
O encontro foi muito legal, sempre muito simpatico e atencioso, me contou e confirmou muitas histórias que o Marcelo havia contado. A briga com o Silvio Santos, o Bau da Felicidade, a Rede Globo, o legado que seu pai Manoel da Nobrega deixou para a televisão, o nervosismo que era gravar a Praça, me disse que transpirava tanto que era preciso colocar modes embaixo dos braços. Falou como convenceu o Jô Soares a sair da Globo e ir para o SBT, afinal ele era o Diretor Artistico do SBT e junto com Luciano Galegari, Riki Medeiros e o Guilherme Stoliar tinha o sonho de torna o SBT na segunda maior emissora do Pais.
Acampanhei de perto essa evolução e fiquei muito feliz deste encontro com o Homem da Praça.
Nunca mais encontrei com o Marcelo Nóbrega.

 

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O que é a vida se não o equilíbrio entre o que já passou e o que está por vir?

 

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Lima Duarte, um livro aberto de conhecimento

 

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Simplicitade nos personagem e na vida
Estava dirigindo a minha Saveiro na Av. Da Consolação quando paro no farol e ao meu lado esta o Lima Duarte dirigindo um Scort X3.
Olho para ele e peço para abaixar o vidro, ele abaixa e eu digo que gostaria de entrevista-lo e pergunto se é possivel, ele diz sim e falou, me procura na TV Cultura estou indo para lá gravar o programa Som Brasil.
Simples assim.
 
Uma semana depois, em setembro de 89 eu liguei na TV Cultura e agendei uma gravação com ele para o Jornal Monday.
 
"Romântico ao ponto de falar das coisas como se tudo fosse felicidade, poético ao ponto de colocar em cada palavra a magia da poesia, apaixonado ao ponto de confundir-se no amor com a realidade e a ficção, e lunático ao ponto de ser lúcido, coerente e confiante em si e nos outros"

Homem do campo, simples e amavel, é assim Ariclenes Venâncio Martins, o Lima Duarte.
 
Foi uma entrevista maravilhosa, falou de Deus, do Brasil, de Assis Chateaubriand, (quando faço a pergunta sobre Chateaubriand e a inauguração da TV ele fica espantado comigo e diz, como voce sabe de tudo isso menino, como voce conhece tantas histórias assim sobre a TV. Eu disse que sou apaixonado por televisão desde menino pequeno. kkk) ele continua a falar como se estivesse num palco ou numa interpretação. Continua falando sobre Beto Rockfeller, Rede Globo, sobre os filhos e principalmente pela paixão que tem pela filha, a atriz Debora.
 
Fala da admiração por Roberto Marinho e pelo Boni que o considera o melhor profissional de televisão do mundo, dos vários personagens das novelas, fala do talento de Dias Gomes, mas diz que Walter George Durst é seu autor predileto.

Terminamos a entrevista com ele dizendo:
O Brasil é um grande país, é maravilhoso e tem todas as chances para sair desta crise. 
É um país riquíssimo, cheio de possibilidade, so falta um pouquinho de decência e honestidade. 
Essa fala é de setembro de 1989.  (alguma novidade)

Nos despedimos e vou embora com a alma encantada e cheia de otimismo e literalmente apaixonado.
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Simplicidade em todos os sentidos

 

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Querido amigo de primeira viagem .....

 

Particpando do meu Programa Profissões
Conheci o Mestro João Carlos Martins em agosto de 2004. 
Atendendo um pedido do professor Edvaldo Alves da Silva e do Reitor da FIAM, professor Edson Miranda, fui com minha mulher Laura numa reunião no apartamento dele nos Jardins. Neste encontro nos conhecemos e junto com o filho dele o Carlos Eduardo acertamos os detalhes da gravação da primeira apresentação dele como Maestro na Sala São Paulo.
 
Bom, eu não entendia nada de música clássica e muito menos o que era uma Orquestra, minha única ligação que tinha com a música clássica era o fato de ser apaixonado por Boleros de Ravel, de Maurice Ravel que é a trilha sonora do melhor filme que assisti na vida, "Retratos da Vida" de Claude Lelouch e parava por ai.
 
Em outubro de 2004 estavamos prontos para dar inicio a um novo desafio para mim e para o Maestro que estava iniciando uma nova carreira. 
Sala São Paulo lotada, muitas autoridades, artistas, convidados importantes e eu com as minhas cameras registrando tudo.
A apresentação com regência do Maestro e 2 pianos no palco foi divina, como diria mais tarde os fãs e os criticos admiradores do Maestro e do Johann Sebastian Bach.
E assim começou meus encontros com o Maestro.
 
Uma semana depois, a pedido do Maestro estavamos num sabado eu, o editor, o Maestro e minha mulher Laura numa sala de edição na FIAM finalizando sua primeira apresentação, ali tive as primeiras de muitas aulas sobre uma Orquestas. Depois de 6 horas saimos com o material editado, nos despedimos do Maestro e por incrivel que pareça eu e a Laura fomos direto para o Show da Sandy & Jr. No Credicar Hall em Santo Amaro. kkkk

 

Depois deste dia, comecei a gravar todas as apresentações da recém criada Orquestra Bachiana Filarmônica e acredito que nos tornamos amigos, em várias ocasião almocei na casa dele onde ficava ouvindo suas histórias. 
 
Em outros momentos nos falamos por telefone, o João Carlos Martins, alm de ser considerado o melhor interprete de Bach e ter gravado toda a sua obra é hoje um Maestro respeitado é também um ótimo contador de histórias.
 
Sempre brincalhão e feliz, tem um carinho muito grande pela Laura e pela minha filha Luísa, sempre que nos encontramos nos trata com muito carinho. E num dos aniversário da Luísa, ele a presenteou tocando no piano a música Luísa do Tom Jobim e em seguida o parabéns pra voce.
Emocionante, para um pai coruja. 
 
Aprendi com o Maestro a valorizar ainda mais a simplicidade, ele, foi durante muito tempo como pianista um dos artistas mais admirado do mundo, frequentando os melhores teatros e recepcionado por presidentes, principes e artistas mundo a fora.
 
Nesta jornada de mais de 15 anos tenho andado com o Maestro por várias cidades e teatros. O projeto com as crianças que são realizados na periferia mostra a sua simplicidade, em nenhum momento deixa de atender as autoridades, pessoas simples e as crianças.

 

Tenho um projeto de televisão " Contanto a Historia " com apresentação dele que esta na mãos de diretores da Rede Globo, quem sabe um dia ele vai para o ar.
 
Como diz o Faustão, é o Maestro do Povo.
 
E tenho o orgulho de te-lo como amigo.
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Simpatia em pessoa, narrador dos bons.

 

Bons tempo na FIAM ..............
O Cleber Machado é formado em jornalismo pela FIAM e é amigo do Pedro Tadeo Zorzetto e foi através dele que o conheci.
O Cleber é uma daquelas pessoas boas de conversa, sempre atento e ligado no que esta acontencento, não somente no futebol, mas na vida.
Diversas vezes eu convidei e ele foi apresentar junto com um aluno o Telejornal da FIAM, era uma delicia ter o Cleber apresentando ao vivo o nosso jornal da faculdade, os alunos se orgulhavam e ele se divertia bastante. E depois da gravação ele ficava com os alunos contando suas histórias.
 
Num determindado momento falei para o Roney convida-lo para ser professor, mas exatamente naquele momento a Globo começou a transmitir os jogos nas noites seriam as aulas.  Ele me indicou a Monica Pinheiro que trabalhava no jornalismo da Globo e nós a convidamos e ela topou.
Antes que me esqueça, a Monica é a mulher do Cleber. 
 
Ela me substituiu como professora de edição e produção jornalistica para os alunos do 3º ano no período da noite, ficou um ano, mas assumiu a chefia de reportagem do SPTV e eu voltei a dar aula no lugar dela. Tanto o Cleber como a Monica sempre foram muito atenciosamos comigo.
 
Entrevistei o Cleber em dois momentos, um para falar sobre a vida acadêmica dele na FIAM, era um projeto que realizei com 72 ex alunos que estavam no mercado de trabalho. E em outro momento estive com ele para uma conversa a pedido do ex aluno e hoje vice-presidente de produção da Fox Sports, Marcio Moron, falando sobre jogadores e tecnicos de futebol. Sempre que possível nos falamos.
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Pedro Tadeo Zorzetto, foi o meu mentor e grande parceiro de sala de aula da FIAM.
Durante 10 anos foi o Tadeo quem me ensinou a ser professor de telejornalismo e profissional de televisão, aprendi tudo com ele.
Criamos uma grande amizade profissional e de confiança, alguns meses depois de nos conhecermos ele foi fazer o Pan Americano em Cuba e quando voltou me convidou e participei do maior aprendizado que tive na vida profissional como jornalista, fui trabalhar junto com ele na cobertura dos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992. 
 
Então em 92 estava no no IBC - Centro de Imprensa de Barcelona, onde as maiores emissoras de comunicação do mundo produziam seus conteúdos, os melhores profissionais de jornalismo dos seus paises e os melhores atletas do Planeta nos presentiavam com seus profissionalismo e records, e eu um recém formado em jornalismo estava fazendo parte de tudo isso.
 
Em sala de aula o Tadeo sempre me deu liberdade para que eu podesse criar e realizar meus sonhos de um profissional de TV e junto com muitos alunos dedicados e talentososs aprendemos e nos divertimos muito nas produções em sala de aula dos Telejornais da FIAM, Opinião FIAM, Tempo Real e muitos outros programas que eram realizados ao vivo durante intervalo e exibido para os demais alunos da Faculdade. 
Tenho certeza que foram aulas maravilhosas o que deixava todos muito orgulhosos. 

 

E assim por 16 anos me diverti, aprendi e contartilhei muitas boas histórias para meus queridos alunos dos 3º e 4º ano da disciplina de telejornalismo da FIAM.

 

Falo com frequencia com o Tadeo e hoje ele é um dos meus professores nos Cursos de Pós Graduação em Marketing e Comunicação que montei junto com o professor Raul Fonseca para diversas Universidade que comercializam esses cursos.
Tenho muito que agradecer ao Tadeo pelo carinho, respeito e admiração.
Obrigado Tadeo.
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Compartilhei com meus alunos tudo que aprendi
sobre reportagem com o amigo Flávio Prado
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Amigo para ficar horas e horas muma boa conversa, seja numa mesa de almoço ou jogando um futebol.

 

Parceiro 

Parceiro 

Conheci o Flavio Prado em março de 1991, fui assistente dele nas aulas do 4º ano de Telejornalismo da FIAM. Logo no primeiro encontro percebi que seria uma parceria muito boa e se tornou num grande amigo.
 
O Flavio sempre foi repórter de campo e no primeiro dia de aula chegou para mim e disse, cara eu não sei nada de redação, passei minha vida inteira na rua e dentro dos campos de futebol. Voce me ajuda?
Eu falei, Flavio eu acabei de me formar e nunca fiz uma matéria, mas gosto muito de televisão, tanto é que te conheço desde quando eu era uma criança assitindo voce no Clube dos Esportistas com o Silvio Luiz e amigos e nas coberturas da Radio Jovem Pan.
Ele me olhou com aquela cara de.... seu filho da puta, eu não sou tão velho assim, mas a partir desse dia passamos a fazer um boa dupla, eu montava os telejornais e ele fazia os comentários e discutia as pautas para as proximas aulas.
 
Ficamos trabalhando juntos por um ano, depois ele assumiu a Direção do curso de jornalismo na Faculdade São Judas e saiu da FIAM. Continuamos nos falando e ele me convidou para participar de um Festival de Tejornalismo na São Judas e nós da FIAM ficamos em segundo lugar com uma materia que falava sobre meninos de Rua. 
Foi um trabalho interessante realizados pelos alunos da FIAM com supervisão minha junto com o Pedro Tadeo Zorzetto, os alunos eram, Pedro Mantoan, Eduardo Acquarone, Ruth Mantoan entre outros.
 
Minha experiencia trabalhando com o Flavio foi maravilhosa ele era também um contador de histórias, tinha muitas de bastidores do futebol e também era e é ainda um grande armador de sacanagem com os amigos. Me contaram várias historias que ele aprontava com os amigos nas Copas do Mundo que participou, das histórias com Pelé e muitos outros jogadores.
 
Ele nunca me sacaneou, mas acreditava e tinha certeza que eu comia todas as alunas da FIAM, o que não passava de uma grande mentira, ou melhor sacanagem da parte dele.
Ja eu pelo contrario sempre falava para todas as minhas alunas que ele não era chegado em mulher. Imagina.
 
O Flavio ainda acha que sabe fazer duas coisas, apesar de ser excelente jornalista e formado em Direito, ele pensa que sabe cantar e jogar futebol. Adorava na época um Karaoke, durante um periodo pelo menos a cada 2 meses ele reunia os amigos ricos e iamos jogar futebol nos sitios deles pelas cidades do interior de São Paulo, era uma tarde agravadel com boa comida e futebol mais ou menos. (so tinha homens nestes encontros) e ele sacaneando a todos.
Uma vez ele levou o time dos amigos dele para jogar bola contra o meu time de Jundiai e levou uma goleada de 9x0. Ele ainda contina tentando jogar futebol. kkk
 
Uma vez eu e o Fernando Fontana, na época aluno da FIAM (hoje apresentador da RedeTV e amigo colorido do Flavio) resolvemos sacanea-lo. Então peguei uma camera e sai gravando depoimentos de diversas alunas lindas e maravilhosas falando da péssima perfomance do Flavio na cama, tinha cada história cabeluda. (tudo armação minha e do Fernando com as meninas) 
A ideia era editar esse material e mostrar num desses encontros futebolisticos com os amigos dele, mas de uma hora para outro o melhor amigo dele, Eli Coimbra tem um infarto e morre, resolvemos não mostrar. Isso foi em 1998.
 
Em 2015 passamos a nos encontrar a cada 15 dias no Restaurante Gigetto.
Como eu trabalho em frente ao Gigetto na Rua 13 de Maio ele descia por volta das 14h00 depois que acabava o seu programa na Radio Jovem Pan e almoçavamos juntos, sempre com a companhia de amigos, onde colocavamos a conversa e as fofocas em dia.
Num desses almoços eu contei a história das gravações com as meninias e entreguei todo o material bruto em VHS para ele, no almoço seguinte perguntei para ele sobre os depoimentos, ele disse que não sabia de nada daquilo.
Não fiquei com nenhuma cópia.
 
Em fevereiro de 2002 ele era Diretor do curso de Jornalismo da Faculdade Unisa de Santo Amaro, ele me liga e diz, cara preciso de uma favor, gostaria que voce fosse dar aula para mim la na Unisa, eu preciso de alguem para levantar a moral desses alunos, e voce é o cara. Voce topa? o horario é ruim e o salário uma merda. 
Topei e fiquei 3 anos maravilhosos, onde conquistei ótimos alunos e hoje amigos.
Ele esta com um curso de Jornalismo Esportivo e virou Enfluenciador Digital. 

 

Estamos sempre nos falando, além de ser cantor, jogador de futebol, professor, diretor, apresentador, influenciador digital, contador de causos, agora ta acreditando também que é Coach de Vida. 
Mas é meu amigo, kkk

 

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Amiga do coração
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Amiga de todas as horas.
Minha querida apresentadora do Código de Honra 
Eterna Garota de Ipanema e de todo o Brasil.
Quem me apresentou a Helô Pinheiro foi meu amigo Marinho Guzman, estávamos no Status Studio e a Helô foi nos visitar com o seu querido marido Fernando Pinheiro, almoçamos juntos e foi assim que nos conhecemos, isso foi no início dos anos de 1990.
Encontrei com a Helô em outro eventos e sempre foi muito atenciosa comigo.

 

Em Abril de 2006 o professor Roney me procura e pergunta se não poderiamos convidar a  Helô Pinheiro para ser a apresentadora do Programa Código de Honra que eu dirigia, afinal ela estava fazendo o 3º ano do curso de Direito e ja tinha feito jornalismo na FIAM.
 
E assim foi feito, de 2006 até setembro de 2010 ela emprestou seu charme, talento e profissionalismo na apresentação do Programa Código de Honra que gravavamos nas tardes de quinta feira no Estudio da FIAM no Morumbi e depois no Estudio da FMU na Liberdade.
Trabalhar com a Helô foi um grande aprendizado, sempre atenta e preparada para as entrevista.
 
Mas o melhor foi nos tornarmos amigos. Durante muito tempo saímos juntos para almoçar ou ficavamos nos falando por telefone sobre os filhos a vida e o futuro.
 
Ela sempre me convidou para participar de alguns eventos profissionais e familiares, eu e a Laura sempre fomos em alguns festas de seu aniversário e de seus familiares.
Conheci a generosidade da Helô, não tinha uma gravação que ela não levava uma lembrança, seja para mim, para a Laura ou para a Luísa.
Até hoje ainda me liga e diz que tem alguma coisa para as meninas.
 
A nossa Garota de Ipanema é conhecida mundialmente e pude comprovar nas vezes que andavamos juntos, seja pela Faculdade ou pelos eventos que iria alcampanha-la, sempre foi muito simples e prestativa com as pessoas.
Suas filhas são maravilhosa, a Jô, a Kiki e a Ticiane que foi minha aluna de jornalismo no 3º e 4º ano da disciplina de Telejornalismo da FIAM e do querido Fernandinho, seu filho que é um amor de pessoa e um sãopaulino fanático.
Nos falamos com frequência e quando possivel almoçamos juntos para colocar a conversa em dia. 
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Uma conversa agravável no Programa Profissões
Um professor dos bons, me ensinou tudo sobre
Midia Trainning
Heródoto Barbeiro, quem não conhece a voz deste profissional.
Póis é, conheci o Heródoto Barbeiro através da Edelman, uma das maiores agência de Relações Pública do mundo, durante uns 10 anos prestei serviço para Edelman do Brasil, inicialmente trabalhando com o jornalista Mario Andrade e Silva que me apresentou para o mundo do Midia Training e depois com o Alexandre Alfredo que chegou a ser vice-presidente da agencia.
 
E foi na Edelman que conheci e passei a trabalhar e me tornei amigo do Heródoto Barbeiro. Praticamente durante 1 vez por mes trabalhamos juntos fazendo Midia Training contratados pela Edeman para a diretoria de diversos clientes, seja AstraZeneca, Merck Sharp and Dohme, Kimberly-Clark, Itaú BBA, Mastercard, KPMG, Samsung, entre outras grandes corporações.
 
Foi através do Herodoto que aprendi tudo o que sei sobre Midia Training.
Ouvi muitas histórias boas do Heródoto, ele é uma simpatia e desperta nas pessoas uma curiosidade sobre sua profisão, seu conhecimento, sua Kombi e o Corinthians entre outras atividades.
 
Cheguei a convida-lo para coordenar comigo um curso de pós graduação em Comunicação Coorporativa, mas ele tinha acabado de assumir um compromisso com a Record News e não pode compartilhar esse conhecimento comigo.

 

Ele foi um dos convidados para participar do meu programa Profissões, onde falou sobre a profissão, o início como professor, a família, os livros e o Budismo.

 

Hoje não tenho realizado Midias Training, mas sempre que possivel estamos nos falando.
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Encantador, empresário dos bons, um contador de muitas histórias.
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Um Libanês Brasileiro

 

Estou com 56 anos e agora no final de 2019 devo me aposentar, e o que isso tem haver com o Sr. Georges Gazale.
 
Poís é, eu tinha 14 anos de idade e fui alguns finais de semana ajudar meu cunhado Oswaldo que fazia um bico de ajudante de jardineiro numa casa em frente ao Jockey Club.
Era início de 1977 e num final de semana a dona da casa me viu e perguntou se eu não queria ir trabalhar na firma do marido dela. 
Então em 01 de Março de 1977 eu comecei a trabalhar registrado na G.G. Indútria e Comércio Textil Ltda do empresário Georges Gazale. Foi meu primeiro emprego registrado uma vez que eu ja tinha começado a trabalhar com 11 anos entregando Leite Leco de madrugada em São Bernardo do Campos com meu amigo de sempre Armando de Sá.
Então em novembro de 2019 vou completar 35 anos de contribuição e posso dar entrada na minha aposentadoria. kkk
 
Comecei a trabalhar na GG como office boy, 2 anos depois fui promovido e foi trabalhar no Restaurante L' Auberg do seu Georges que ficava na Rua Pamplona, 1084. 
Foi no L'Auberg trabalhando com a sua filha Yone Rabay Setaro que passei a ter contato diário com o seu Georges e ali ainda um adolescente comecei a aprender muitas e muitas coisas.
Apesar de ter somente 15 anos eu era o braço direito da Dona Yone, fazia de tudo e aprendi um bocado. O seu Georges sempre gostou muito de mim e gostava de conversar comigo, me apresentava para os seu amigos, todos empresários e com muito dinheiro.

 

O Restaurante L'Aulberg era o ponto de encontro dele com os amigos, e que amigos.
E o grande amigo dele num determindado momento foi o presidente da Republica João Baptista de Oliveira Figueiredo. Pelo menos duas vezes por semana eu falava por telefone com ele, imagina eu com 15 anos e o presidente me chamando de garoto e o seu Georges fazia questão de me chamar a mesa e me apresentar para os amigos. Ele era uma pessoa muito generosa e distribuia boas gorjetas para todos nós.
Sai do restaurante para jogar futebol, apesar de todo o esforço e apelo do seu Georges e da dona Yone para que eu ficasse.
 
Em 1987 quando eu estava fazendo o último ano do curso de Publicidade na FIAM, eu trabalhava no Unibanco e resolvi parar de trabalhar para ir estagiar em alguma agência de publicidade, mas eu precisa de dinheiro para continuar estudando, então liguei para o seu Georges e falei se ele poderia me ajudar a arrumar uma bolsa de estudo na FIAM, afinal ele era amigo do professor Edevaldo Alves da Silva, dono da FMU/FIAM/FAAM, que na época eles eram muito amigos.

 

Ai por telefone e diz, não vou pedir nada para o Edevaldo, vem aqui na 25 de Março que vou pagar a sua faculdade. E foi assim que completei o último ano de Faculdade pago pelo seu George.
É bom dizer que fiz estagio na DPZ, CIA Paulista de Propaganda e na Artpan do Roberto Medina, dono do Rock Rio. Logo que me formei em Publicidade fui no escritorio dele e mostrei meu diploma de publicitario e acredeci a ajuda que ele me deu. 
 
Em 2002 fiquei sabendo que o seu Georges levou 3 tiros quando saia do seu escritorio nos jardins, então resolvi visita-lo.
Quando chego no seu escritorio quem me atende é a Marina, fiel secretaria desde o tempo da GG, então ela me leva ate a sala dele e me apresenta, num primeiro momento ele não lembra de mim, então eu falo que era aquele garoto que trabalhou no L'Auberg da Pamplona e saiu para jogar futebol.
Ai ele olha para mim e diz, eu não vi voce jogar em num time.
Eu falei, pois é, não joguei em nenhum time profissional. (mas isso é outra história).

 

Então conversamos e eu disse que era Publicitário, ai ele levanta da mesa dele pega um folder e fala, ja que voce é publicitario atualiza esse folheto e traz para mim na semana que vem, a Marina vai te passar as outras informações.
Bom, uma semana depois eu levei o folder para ele aprovar. (Ele estava importando as Balas Halter e o folder estava em ingles e tive que traduzir, fazer novas fotos e novo Lay out).
E assim voltei a ter contato com ele e produzir algumas peças para a Manteiga Star Ligth que ele também estava importando e a linha de pistache Au' Liban que começou a vender.

 

Um dia ele me liga e diz, vem aqui na minha casa, preciso falar contigo.
Imediatamente vou para a casa dele no Jockey Club, ali voltei ao ano de 1977 quando todos os dia pela manhã eu ia na casa dele para ele assinar uns cheques e sempre ele me atendia no quarto.
E desta vez não foi diferente, entro no quarto e ele pede para eu sentar e diz, olha garoto, estou querendo abrir novamente o Restaurante Au Liban e gostaria que voce cuidasse de toda a comunicação visual do restaurante, voce pode?. Imagina!.
 
Uns dias depois estou novamente trabalhando com a Dona Yone e junto com ela participei de todo o processo de reforma, decoração, contratação e cardápio do novo Au Liban. 
Neste momento tive a grata surpresa de conhecer e ficar amigo da outra filha do seu Georges, a Fernanda Gazale, pessoa querida que nos tornamos amigos e também tem um carinho especial pela minha mulher Laura que chama de minha loira.
 
O Restaurante foi montado onde era o escritorio dele na Av. 9 de julho com a Rua João Cachoeira e como ele não andava muito bem de saúde mudou o escritorio para um dos comodos da gigantesca casa no Jockey, então praticamente todos os dias eu tomava café ou almoçava com ele na sua residencia.

 

E ali ele me contava muitas história, sempre com a presença da sua amiga e querida esposa Dona Yamena (a dona Yamena era uma cozinheira de primeira e me iniciou a apreciar as delicias da culinaria Libaneza).
 
Ele fazia questão de me contar histórias, e eu adorava, quem sabe um dia eu conto as historias sobre o Silvio Santos, Amador Aguiar, João Saad, Lazaro Brandão, Presidente Figueiredo, Frank Sinatra, 
Casinos de Las Vegas e muitos outros. 

 

(uma noite estava jantando com o ele e a dona Yamena, ai ele diz para mim, garoto voce esta comendo um dos principais pratos que são oferecidos aos Reis Arabes, então saiba, quando voce for convidado para sentar a mesa na casa de alguém é por que voce é bem vindo, e completou, voce sabia que foi aqui nessa sala que o meu amigo Amador Aguir passou os últimos dias da vida dele. Essa história eu conto qualquer dia).

 

Assim que o restaurante foi inaugurado e mesmo debilitado ele ia almoçar por la e varias vezes sentamos juntos a mesa com o Leopoldo Color e o então Senador e depois Presidente da Republica Michel Temer.

 

No seu aniversário resolvi fazer um boneco de um livro e junto com a Dona Yamena escolhemos uma foto e mandei encardenar um com umas 200 paginas em branco com uma capa com a foto dele e o titulo " Georges Gazale, um Libanes brasileiro"
 
Na noite do réveillon de 2004 eu e a Laura passamos na Av. Paulista, quando saímos de lá por volta da 1 hora da manhã fomos visita-lo no Hospital São Luiz, ele estava sozinho no quarto, ficamos conversando com ele um bom tempo e tenho certeza que ficou muito contente em nos ver.
Alguns meses depois recebi um telefonema da Marina dizendo que o Sr. Georges havia falecido.
Na mesma hora, eu e a Laura fomos ate a casa dele no Jockey Clube onde foi realizado o velorio e nos despedimos. Continuei mantendo contato com a Dona Yamena, sempre que possivel eu ligava e conversava com ela.
Tenho noticias da Dona Yone pelas Redes Socias, ja a Fernanda Gazale sempre nos falamos.

 

Adoraria ter feito a biografica do Georges Gazale, mas não deu tempo.
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Apaixonante, persona agradavel para ficar horas ouvindo

 

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Um Diplomata no falar e no agir
Nossa Garota de Ipanema 
Conheci o Ministro Francisco Rezek atraves do Programa Código onde ele participou em 2 momentos falando principalmente sobre o Direito Internacional, sempre com a apresentação da querida amiga Helo Pinheiro.
 
Num determinado momento o grande amigo Desembargador Francisco Cesar Pinheiro Rodrigues resolveu ir conhecer o Tribunal Internacional de Haia e perguntou se eu conhecia alguem, falei para ele sobre o Ministro Rezek, fizemos contato e gentilmente o ministro nos atendeu e deu todas as dicas e indicações para a visita do Dr. Francisco. 

 

Assim que o Dr. Francisco retornou marcamos uma visita no escritório do Ministro onde eu gravei um bate papo do Dr. Francisco e ele. Foi uma tarde encantadora, onde ele falou do periodo que ficou morando na Suiça trabalhando como Juiz da Corte Internacional de Justiça. 
Com essa conversa e mais as entrevistas que o Dr. Francisco fez em Haia, incluse com a Presidente da Corte Internacional de Justiça,  a Dra. Rosalyn Higgins, nós montamos um DVD e presenteamos muitas pessoas e alunos dos cursos de Direito Internaiconal da FMU. 
 
O Ministro Rezek sempre foi um assiduo participante dos eventos da Faculdade de Direito da FMU e eu sempre estava por la com as minhas cameras registrando tudo para utilizar no Programa Código de Honra, tinhamos ali um amigo em comum o Dr. Manuel Nabais da Furriela, que na época era o coordenador do curso de Direito Interancional da FMU e o hoje é o Magnifico Reitor da FMU e temos também uma amiga em comum a minha ex aluna de jornalismo Jô de Carvalho, de quem o Ministro tem enorme carinhos e em todos os eventos e jantares de Confraternização do IASP passamos alguns momentos falando da Jô de Carvalho e da pela casa onde ela mora em Paris.
Encontro com o Ministro com frenquencia nas Reuniões almoço do IASP e conversar com o Ministro Francisco Rezek é um daquele momentos de aprendizado que me da muito prazer, seja em conhecimento, vida ou história.
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Minha turma de jornalismo 1989

 

Entrei na Faculdade FIAM para fazer o curso de Propaganda e Publicidade em 1984 e durante o curso conquistei várias amizades que mantenho ate hoje.

 

Logo nos primeiros meses me apaixonei terrivemente por uma aluna de sala, ficamos amigos e nunca rolou nada, foi mais um amor platônico do que outra coisa. Um tempo depois ela reatou com o antigo namorado e acabei sendo convidado e fui ao casamento dela. 
Tive outras paixões repentinas durante minha vida acadêmica como aluno.
 
O 1º ano de FIAM foi o mais importante para mim.
Ali comecei a escrever todas as terças feiras minhas poesias e fixar no mural de entrada da minha sala de aula e elas passaram a ser assunto durante a semana toda com os amigos da minha sala e nas outras, o que me tornou popular na minha sala e nas outras. 

 

Tinha a Marcia de Faria Granato como a minha musa inspiradora, mas também a Marta Regis Fogaça, Fernanda Nader, Maria Isabel Lobo, Denise Lettieri, Marta Mingione e muitas outras.
No final do ano transformei essas poesias em um livro onde consegui vender quase 1000 exemplares. 

 

Escrevi na época uma poesia para a Christina Spinard Marquetti, hoje senhora Chris Godinho, que é proprietária da Contato Comunicação, uma agência de comunicação & RP e sempre estamos almoçando juntos e nos divertindo com as nossas viagem pelo velho mundo, a Christina é uma especialista em Italia e me deu ótimas dicas para as férias que tirei em 2018 com minha mulher Laura e minha filha Luísa na Toscana.

 

A Marta Regis Fogaça era a garota mais descolada da nossa turma, deixava todos nós loucos. A Marta casou, teve duas meninas e foi morar no Sul, um dia, em dezembro de 1990, fui visitar a Christina Godinho no escritório dela e numa conversa falamos da Marta Regis, e a Cristina me convidou e fui junto com a Cristina Zanata, minha sócia na LZ12 passar o Revellion de 1990 no Hotel Internacional em Gravatal que era da familia do marido dela. Passamos o final de ano num ambiente muito agradavel. 
Nunca mais encontrei com a Marta mas tenho noticias dela através da Christina.

 

Outra amiga de turma foi a Maria Fernanda Freitas Martins, nos divertiamos muito durante o curso, falavamos sobre tudo, saimos para jantar ir ao teatro, foi uma grande amiga, ela morava na Praça Por do Sol, tinha um namorado de infância e também me convidou e fui no casamento dela numa festa maravilhosa no Clube de Campo São Paulo, recentemente falei com ela, esta morando em Sorocaba no condominio Lago Azul Residencial e Golfe Clube que é da familia dela.
Estive no condomio em 2004 quando estava fazendo minha Pos graduação em Administração e Marketing Esportivo e meu TCC foi, Uma tacada de Golfe. Mantenho contato com ele pelas Redes Sociais.
 
A Tuni (Maria Antonieta) foi uma parceira de grupo que me fez admirar ainda mais o Caetano Veloso, outro dia nos falamos por telefone e ficamos de marcar um encontro com nossos amigos.
Nosso grupo de aula era formado também pela Marcia Lavieri, a Joseli Cavalheiro, Virginia Revolte e o Marcelo Nobrega. Mantenho contato com a Joseli, que trabalhou muito tempo como assessora na Prefeitura do Municipio de Taboão da Serra.
 
Sempre que possivel estou em contato com o querido Luiz  AntonioTrindade, que num determindado momento trabalhou comigo no Stauts Studio e depois foi morar no Canada e voltou casado com a Neide e hoje é um grande profissional de eventos. Em um dos nossos encontros eu convidei e ele aceitou e durante 1 ano foi professor de Desing para os alunos do 4º ano de publicidade da FIAM.
A capa do meu livro Olhe para o Lado foi ele quem fez em 1988.

 

Mantive uma boa amizade com o Marcelo Nobrega, filho do Carlos Alberto de Nobrega e assistir muitas gravações da Praça é Nossa no Teatro Silvio Santos na Av. Ataliba Leonel.
O Marcelo trancou a matricula da faculdade no 1º ano. Hoje é o Diretor do Programa a Praça é Nossa do SBT. Perdi o contato com o Marcelo.

 

Passei um final de ano em Peruibe na bela casa do Manuel Onha, junto com o Luis Kolodin, Luis Bulgarelli e o Marcel Mano. O Manuel mudou para Peruibe onde mora ate hoje, o Kolodin e o Bulgarelli, também perdi o contato, o Marcel Mano, é um exelente assessor de imprensa especialista em motociclismos.

 

Marco Barbato, trabalha com assessoria e outro dia foi me visitar no estudio e almoçamos juntos onde colocamos a conversa em dia.
 
O Marcelo Alencar ja na sala de aula era um grande chargista e depois de formado chegou a colaborar para o Jornal Monday  que eu editava, voltei a encontra-lo na Editora Abril, ele trabalhou muito tempo na Revista Nova Escola, onde a minha agência LZ12 Comunicação comprava anuncios para a Universidade Gama Filho.
Recentemente nos falamos e ele continua trabalhando com jornalismo na area de Educação. 

 

Na sala de aula conheci o meu grande amigo de futebol Reinaldo Duque que ficou fã do meu futebol me apelidando de Mirandinha, onde ate hoje sou conhecido pelos amigos do time do FASP que montamos e jogamos juntos por mais de 15 anos todos os sabados em Jundiai.
Durante muito tempo comemoravamos aniversário juntos, ele do dia 29 e eu do dia 30 de agosto, chegamos a fazer uma festa grandiosa na casa dele no Morumbi, naquela noite parecia que a FIAM inteira esta por la, isto em 1987.
Somos amigos ate hoje, esta casado e tem duas filhas lindas e sempre estamos nos encontrando, seja num almoço ou em nossas casas.

O Ali Hussein Hassan frequentou minha casa durante muito tempo e hoje é o meu especialista em couchão, tem várias lojas e conhece muito sobre o assunto, sempre nos encontramos e recentemente tive que ir gastar um bom dinheiro comprando um novo couchão para minha cama. 
 
Em maio de 2019 eu a Laura e a Luísa fomos prestigiar a Virada Cultural no vale do Anhagabau e contei para elas que assisti um show do Caetano Veloso no mesmo lugar onde estavamos assistindo a Anita e depois a  AnaVitoria, com minha amiga de turma Karina Harari, bom isso foi no final dos anos 80. A Karina trabalha com assessoria de imprensa e mantemos contato via Facebook. 

 

Gisèle Grando também era da nossa turma, na época a familia dela tinha uma escola de dança proximo da faculdade, falar da Gisèle é lembrar da França, ela vive por lá.
 
A querida amiga Cristiane Lopes, mãe de duas lindas meninas e que foi minha grande parceira de jornalismo no Jornal Monday que fizemos juntos na época do Status Studio.   
Sempre encontro com a Cristiane e outro dia ela esteve em casa prestiando nosso Cachorro Quente com a Luana sua filha mais nova.
A Cristiane e professora e trabalha com Educação.

 

Marta Furtado Vieira, ou melhor a Maria, como eu a chamava carinhosamente. Foi durante um bom tempo a melhor navegadora das nossas viagem, nos divertiamos bastante.
A Marta trabalhava como produtora na TV Bandeirantes (produtora das boas) em janeiro de 1991 me convidou para fazermos o Trem da Morte, eu topei, marcamos a data e saimos na minha Saveiro rumo à Bolivia, foi uma viagem incrivel, não chegamos a pegar o Trem da Morte, porque realmente o Trem na época era terrivel e desistimos, mas fomos de carro ate o Mato Grosso do Sul e passamos por Corumbá, atravessamos a fronteira ate a  Estación de Tren Puerto Quijarro, na Bolivia, depois descemos para o Pantanal onde conhecemos, Miranda, Aquidauna, a cidade ainda não famosa de Bonito, Maringa e retornamos para São Paulo.
Frequentei muito a casa dos pais da Marta em Osasco.
Mantenho contato com a Maria ate hoje, casou com o Geraldo e tem duas filhas.
 
Ja na época de aluno comecei uma grande amizade com o professor e Diretor da FIAM, Roney Cesar Signorini, um grande amigo e que sempre confiou e me ajudou em muitos projetos que realizei anos depois para a FIAM e a FMU.
Me convidou e me contratou para ser professor de Telejornalismo e Produção Publicitária, o que fiz de 1990 ate 2015. E foi ele também quem me convidou e estou a 20 anos na Direção do Programa Código de Honra que é do IASP e na época tinha parceria com a Faculdade de Direito da FMU. 

 

E ali na sala de aula no curso de Publicidade da FIAM, conheci o meu amigo e irmão Marinho Guzman, naquele momento ele me convidou e fiquei socio junto  com o Carlinhos Duque (Dono da Rede Duque - Postos de gasolina) do Status Stúdio, um estúdio fotografico e depois lançamos o Jornal de bairro na região dos Jardins, o Monday e abrimos um estacionamento para 200 carros na Rua do Rocio em Moema. 
O Marinho foi uma pessoa muito importante na minha vida pessoal e profissional, sempre me ajudou e confiou em mim, me ensinou que eu poder ser o que sou.
Tenho uma gratidão muito grande por ele. Nos falamos com frequência, eu a Laura e a Luísa fazemos questão de ir ate o Guaruja para almoçar com ele e a Amanda, para colocar as noticias em dia.
 
Posso dizer sem errar que a FIAM foi minha casa acadêmica e profissional, onde aprendi e ajudei a compartilhar meu conhecimento, tanto como aluno como professor.
Tenho um carinho muito especial pela FIAM e pelos muitos amigos que conquistei como aluno. 

 

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Alguns alunos e amigos talentoso que tive o prazer de compartilhar conhecimento
tanto no 3º como no 4º ano nas aulas de Telejornalismo e Publicidade.
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Christiano Blota
Uma visita agradavel  para colocar a conversa em dia

 

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Um drink no meu Terreno com meus alunos,
Paulo, Renata e Christiano
O Christiano Blota,  era um  aluno sempre na dele, tranquilo e atencioso, durante um periodo eu ele, Claudio Marron e Paulo Amaral, iamos depois da aula almoçar na Churrascaria Fogo de Chão da Av. Santo Amaro, era uma tarde agravádavel e as vezes eramos os últimos a sair do restaurante.
O Chris participou e foi repórter no Projeto Experimental em Atibaia, gostava e ainda gosta de esportes, trabalhou no SportsTV, na Band e em outro veiculos.
Sempre discreto, apesar do sobrenome, Blota.
Os mais novos podem não conhecer, mais é neto do Blota Jr. que foi um dos mais completo profissional de Televisão e Rádio do Brasil.
Me convidou e fui passar uma tarde no sitio da família dele em Itapecerica da Serra onde conheci sua família e seu avo, Blota Jr.
Foi um parceiro de futebol, sempre me convidando para dar uma força nos times da faculdade que ele montava.
Recentemente o Christiano foi me visitar no estúdio e almoçamos onde conversamos sobre futuros negócios.
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Marcio Moron
Visitando a Fox Sports na Barra da Tijuca - Rio2016
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Novotel London West - Hammersmith - 1997
O Marcio Moron é um grande amigo e parceiro, hoje vice presidente de produção da Fox Sports. O Moron foi meu aluno na turma de 93, na época trabalha na Rede Record, onde ficou durante muito tempo como repórter, depois saiu e foi para o Portal Terra e hoje esta na Fox.
Sempre mantivemos contato, em 1997 eu estava indo para Portugal batizar minha sobrinha Raquel que iria completar 1 ano e numa conversa com o Nano Filho que era meu aluno e também amigo do Marcio Moron, perguntei se eles não queriam ir comigo para darmos uma volta pela Europa. 
Os 2 toparam e em junho de 97 ficamos 15 dias andando por Madrid, Bordeaux, Paris, e Londres onde nos divertimos muito. 
Um tempo depois o Marcio e Nano montaram um empresa de Dublagem a Lipsync Versão Sonora, onde passei a frequentar e numa conversa o Marcio sugeriu de montarmos um curso de apresentação de Telejornalismo e assim junto com o Paulo Marques formamos umas 4 turmas, onde os alunos finalizavam o curso com a gravação de um programa piloto nos estúdios da TV Alphaville do querido amigo Roberto Stoliar. 
Estive nas Olimpiadas do Rio2016 com a Laura e a Luísa e ele nos convidou para ir conhecer a Fox Sports onde passamos uma tarde muito agravadavel conhecendo as grandiosas instalações da Fox na Barra da Tijuca e revendo alguns alunos.
Nos falamos com frequencia, o Marcio mora hoje no Rio de Janeiro e sempre que vem a São Paulo e a agenda permite almoçamos juntos no Bixiga.
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Roberto Nonato

 

Nonato e o filho prestigiando nosso Cachorro Quente em casa 

 

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A voz do final de tarde do nosso dia dia

 

O Roberto Nonado foi aluno da turma de 1993, a lembrança que tenho dele como aluno é ele entrevistando o Prefeito da Cidade de Itu numa praça lotada de moradores e ele aluno do 4º muito tranquilo e profissional conversando com o Prefeito e a população para o Projeto Experimental da FIAM.  
Neste momento eu ja sabia que ele seria um profissional de Radio e dos bons.
Hoje apresentador do Jornal da CBN 2º Edição.
Sempre mantivemos contato, convidei e ele fez a apresentação de um vídeo para a Universidade Estacio de Sá que eu dirigi.
Sempre almoçamos juntos e outro dia esteve em casa junto com seu filho prestigiando o nosso Cachorro Quente que oferecemos para os nossos amigos onde colocamos as fofocas e a conversa em dia.
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Fernando Nardini 

 

É da turma de 2000, também foi um aluno discreto, tinhamos pouco contado, trabalhou na Band e depois foi para a Record.
Num determinado dia pediram para eu fazer um vídeo de abertura de curso e queriam alguém que estivesse no ar.
Não pensei 2 vezes, entrei em contato com o Fernando que estava na TV Record e ele aceitou e por 8 anos seguindo vem atualizando os vídeos de apresentação dos Cursos de Pós Graduação da Estacio de Sá com minha direção.
Sempre nos falamos e ele vem fazendo um ótimo trabalho na apresentação e narração dos eventos da ESPN.
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Luciana Braga

 

Brilho nos olhos e muito felizes  com o final do
curso de Jornalismo da FIAM

 

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Uma querida amiga

 

Conheci a Luciana Braga em 1993, foi minha aluna de telejornalismo, sempre prestativa e atenciosa. Fiz uma entrevista com ela para um vídeo que produzi com os ex alunos da FIAM, na época ela trabalhava na Revista Capricho e no portal da Obisidiana.
A Luciana era da turma do Roberto Nonado e tinhamos amigos em comum, como o Caio Meira, Dado Lancelotti, Cris Junqueira, Camila Amorim, Alessandra Barbour, Marcelo Rosemberg entre outros.
Alguns anos depois de formada no final de 2004 a Luciana me liga dizendo que precisava falar comigo.
Nos encontramos na FIAM e ela me disse que tinha recebido uma proposta para apresentar um programa sobre moda na TV Aberta e queria saber se eu não poderia dirigir o programa. 
É claro que disse que sim.
Mas antes ela iria fazer um curso sobre moda de 2 meses em Londres e quando voltasse nos conversariamos.
Bom, esse curso virou uma pós graduação onde eu a ajudei com a documentação Brasil x FIAM x Londres e ela acabou ficando morando por lá um bom tempo.
Em 2016, quando retornou ao Brasil marcamos um almoço no Restarurante Gigeto da Rua 13 de Maio e junto com o Roberto Nonato passamos uma tarde falando da vida.
Em 2018 estive com a Laura e a Luísa em Londres e tinhamos a intenção de encontra-la, mas não conseguimos nos encontrar para tomar o tradicional Chá Ingles. 
A última vez que estive com a Luciana foi em novembro de 2018 na Alameda Lorena num encontro casual perto da Escola de Teatro onde a minha filha Luísa faz um curso.
Estava com a Laura e ela disse que tinha retornado para o Brasil com as 2 filhas para ficar mais perto da família. 
Nos falamos com frequência e estamos viabilizando a possibilidade de fazer alguma coisa juntos. 
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Ricardo Matsumoto
O Ricardo Matsumoto, foi meu aluno da turma de 1993 e também um grande parceiro quando se tornou professor da FIAM.
Durante um bom tempo passamos a fazer juntos alguns trabalhos, ele diagramou para mim em 1997 os primeiros jornais Monday com o moderno software PageMaker, depois me ajudou na criação da primeira edição do Informe Phorte em 1997.
Na época ele trabalhava no Jornal Estado de São Paulo e dava aula na FIAM de diagramação para o curso de jornalismo.
O Ricardo tinha uma banda e durante muito tempo ia todos os sabados ensaiar no meu terreno, chegava por volta das 09h00, eu entregava a chave e saia para jogar futebol em Jundiai.
Ele ficava  ensaiando com o saudoso amigo Mauricio Spada e Sousa, na bateria, o Sergio no (baixo) ......., a Eliza tocando ......... e ele no vocal e na guitarra. Um tempo depois a Eliza saiu e entrou o Mauro Arais e o ..............
Normalmente quando eu voltava de Jundiai eles ja tinham ido embora.
E assim foi por um bom tempo.
Como eu era um professor gente boa e ele também, viviamos fazendo churrasco nas manhãs de domingo no meu terreno com as várias turmas ODs dos nossos queridos alunos, e sempre com a ajuda e parceria do Ricardo.
Foi editor da Revista Set, especializada em Cinema e em várias ocasiões fui a convite dele nas cabines assistir em primeira mão os filmes que iriam para as telas de cinemas algumas semanas depois.
Cheguei a ir com ele numa entrevista exclusiva com o ex, 007 Pierce Brosnan que estava lançando no Brasil o filme Thomas Crown.
Para quem é apaixonodo por cinema, fã do 007 e conhecer um James Bond, foi um momento impar.
 
Em dezembro de 2014 atendendo a um pedido meu eu, ele me ajudou e negociou junto ao Cinema do Shopping JK para que eu, a Beth Toscanelli e o Fabio Dhead do IPE, pudessemos levar gratuitamente 60 funcionários do Instituto Phorte Educação para assistir a uma pre-estreia do filme Abutre no maravilho Cinema do Shopping JK, com direito a pipoca e refrigerante.
Foi uma tarde agradável principalmente para alguns colaboradores que nunca haviam assistindo a uma sessão de cinema.
Sem dúvida foi um belo presente de Natal para os colaboradores o Instituto Phorte Educação.
 
Em 2009 ele criou a Revista Preview, também especializada em cinema e vem fazendo um excelente trabalho. Nos tormamos grandes amigos e nos falamos com frequência.
Ate hoje ele me chama de professor e eu o chamo de Ex. 
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Paula Svetlic
Sempre vou lembrar do sorriso da Paulinha, era uma aluna muito vibrante, sempre participativa, durante um bom período conversamos bastante, lembro dos seus desejos e objetivos profissionais.

 

Um dia me perguntou se deveria ir fazer um entrevista de trabalho no Canal E! Entertainment.  
Acredito que foi a partir deste momento que ela tomou a decisão de fazer uma carreira internacional. Foi assim no começo na Rede Globo de São Paulo e depois partiu para uma jornada na Globo de Londres, retornou e começou uma brilhante carreira na Red Bull em São Paulo e hoje com o cargo de Head of Communication at Red Bull Media House com base em Londres.
 
A Paulinha casou com um namorado que tinha desde o tempo da FIAM é mãe da Mila. 
Sempre que possivel trocamos informações pelas Redes Sociais.
Em outubro de 1994 ela escreveu um comentário ao meu respeito. 

 

(there's things that you guess and things that you know there's boys you can trust and girls that you don't there's little things you hide and little things that you show sometines you think you're gonna get it but you don't and that's just the way it goes. keep going... and in touch ) 
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Aguarde, tem muita história para ser contada
 
 
Everaldo Marques - Joyce Ribeiro - Sandra Annenberg - Silvia Lourenço -Elisangela Peres - Alisson Fernández - Marcos Peres - Marcio Spimpolo - Henri Karan - Janaina Borba - Rodrigo Bocardi - Flavia Cavalcante - Eduardo Elias - Helio Soares - Eduardo Acquarone - Marcelo Bonfá - Fernando Diniz - Assis Mendes - Paulo Marques - Cecilia Abbati - Fernando Fontana
Ticiane Pinheiro - Alex Müller Kramberger - Maria Lucia Nascimento - David Grinberg - Rosangela Padua - Fernanda Oening - Hebert Moraes - Fernanda de Lucca - Fernando Lupo Pedro Mantoan - Ruth Mantoan - Marcos Petrucelli - Nano Filho - Fabio Martinho - Fabio Salgueiro - Viviane Eberhart - Marcelo Rosemberg - Laura Moura de Lima -
 
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Distribuição de conhecimento do Direito
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Espaço aberto para um direito fácil e acesivel
20 anos.
Lembro-me do primeiro dia de gravação, 06 de maio de 1999 quando o jornalista Marco Antonio Sabino (hoje secretário de comunicação do Municipio de São Paulo) se preparava para entrevistar o Presidente do IASP, Dr. Rui Celso Reali Fragoso, que falou sobre a Reforma do Poder Judiciário.

 

Assim, começava o primeiro programa “Direito em Debate”, isso mesmo, o programa “Código de Honra” iniciou no Canal Comunitário com o nome “Direito em Debate”.
Somente mais tarde, passou a ser chamado de “Código de Honra” e hoje é visto no Brasil inteiro também pela TV Justiça.

 

Fui convidado pelo diretor da Faculdade FIAM, o professor Roney Cesar Signorini, para ser o Diretor do Programa “Código de Honra”, e numa reunião com o professor Edevaldo Alves da Silva, presidente da FMU e o Dr. Edson Antonio Miranda foi criado o programa.
Nos primeiros anos mantive contato direto com o Dr. Miranda a quem sou muito grato por todo o apoio que tive nos longos anos em que esteve à frente dele, seja através do IASP, seja pela FMU.

 

É difícil esquecer de algumas entrevistas e entrevistados.
Falar de paixão pela profissão é lembrar-se da entrevista do Dr. Manuel Alceu Ferreira – são-paulino assumido e de um censo de humor refinado – Sobre os Avanços da Advocacia, a qual cativou a todos no estúdio.

 

O desembargador aposentado Dr. Francisco César Pinheiro Rodrigues era um dos frequentadores do programa. Como costuma dizer um famoso apresentador de televisão dominical, ele já é sócio, e sempre participa com temas variados, como Morosidade da Justiça, Criogenia, Reforma no Judiciário, Governo Mundial.
Hoje, o Dr. Francisco é um escritor e um estudioso de assuntos internacionais.
 
Gravar um programa com o Ministro Francisco Rezek e outro com o Dr. Luiz Olavo Baptista foi comparável a assistir a uma aula, e das boas, daquelas em que vale a pena ficar até depois do horário.

 

Em Janeiro de 2001 o assunto era a Lei Pelé, e ninguém melhor para falar sobre ela que o
Dr. Carlos Miguel Aidar. “Direito Desportivo no Brasil se traduz em dois códigos: um voltado apenas ao futebol, que é o Código Brasileiro Disciplinar de Futebol; o outro voltado a todas as demais modalidades esportivas, que o Código Brasileiro de Justiça e Disciplina Desportiva”, falou naquela ocasião.

 

O Desembargador Antonio Rulli Jr. foi um parceiro, era professor da Faculdade de Direito da FMU e foi Diretor da EPM – Escola Paulista da Magistratura, o programa “Código de Honra” esteve presente na sua posse e deu para perceber o seu prestígio.
A entrevista com o Deputado Estadual Dr. Fernando Capez foi a nossa maior audiência, nunca recebemos tantos e-mails elogiando o programa.

 

Em uma das minhas muitas curiosidades sobre o Direito, o Dr. Claudio Antonio Mariz me fez compreender por que o Direito Penal é fascinante, esclarecedor e preciso, o Dr. Mariz participou varias vezes no Programa.

 

Foi muito bom poder trabalhar com o aluno da Faculdade FIAM, hoje jornalista, Sérgio Marques, que durante três anos foi o apresentador do Código de Honra.
Em sua primeira entrevista ele já começou como “gente grande”, entrevistando nada menos que o Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo Dr. Luiz Elias Tâmbara.
Também participou os outros presidentes do TJSP, Dr. Renato Nanili e o amigo Dr. Paulo Dimas de Bellis e recentemente o Dr. Manuel Calças.

 

Não podemos esquecer as entrevistas que Sergio fez com o governador de Minas Gerais Aécio Neves e com o Ministro Jose Dirceu, quando em visita à FMU.
 
Em alguns momentos também fiz o papel de repórter do programa e tive o prazer e a oportunidade de entrevistar muitas personalidades, desde o então Ministro da Justiça Tarso Genro, os Governadores de São Paulo Claudio Lembo e depois Geraldo Alckimin, o jornalista Boris Casoy, a apresentdora Ana Maria Braga, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab o ministro do STF Marco Aurélio de Mello e muitos outros Ministro da Corte, o Presidente da Republica Fernando Henrique Cardoso e muitas outras autoridades, dos quais alguns se tornei amigo.
 
Sempre acreditei e passei para os meus alunos de Jornalismo da Faculdade FIAM a importância de conviver, conversar e ouvir os mais experientes, e isto eu senti na pele quando gravava as reuniões do IMAE – Instituto Metropolitano de Altos Estudos da FMU.
 
Ali, durante uns dois anos, pude adquirir um pouco da sabedoria dos seus membros, entre eles a escritora Lygia Fagundes Telles, o prof. Dr. Arnaldo Niskier, Ministro Marco Aurélio Mendes de Farias Mello, prof. Dr. Celso Lafer, prof. Cesar Callegari, prof. Dr. Ives Gandra da Silva Martins, Publicitário Mauro Salles, prof. Dr. Flavio Fava de Moraes, Poeta Paulo Bonfim, prof. Dr. Luiz Gonzaga de Mello Beluzzo, prof. Dr. Roberto Moreira, escritor e jornalista Rodolfo Konder, Dra. Rosina Spósito Roxo, o prof. Edevaldo Alves da Silva e o saudoso prof. Dr. José Aristodemo Pinotti.

 

Lembro-me de um programa sobre as comemorações do final da Segunda Guerra Mundial. Os depoimentos de cada um deles eram uma aula de história.
De alguma forma, eles tinham vivido aquele momento.
Isso para mim era puro conhecimento, e pude transformar em programas esses encontros e compartilhar com os telespectadores do “Código de Honra”.

 

Não poderia deixar de falar das mulheres, elas sempre tiveram presença marcante no programa. Em agosto de 2000, pudemos contar com a elegância da Dra. Josefina Maria de Santana Dias, diretora-secretária do IASP, e também com a Dra. Maria Cristina Zucchi, Dra. Ivette Senise Ferreira, desembargadora Diva Malerbi, e muitas outras.
Gostaria de fazer um agradecimento em especial à Dra. Maria Odete Duque Bertasi, primeira mulher presidente do IASP onde tive um ótimo relacionamento profissional e hoje é uma querida amiga.

 

E, é claro, não poderia deixar de falar da jornalista Helô Pinheiro, que durante 5 anos nos presentiou com seu charme na apresentação programa.
Helô faz parte desta categoria, formou-se em Direito pela FMU em 2008 – , e a cada gravação me ensinava um pouco, ótima profissional e acima de tudo nos tornamos amigos e estamos sempre juntos.

 

Passou pela apresentação do Programa o Dr. Celso Fiorillo, um ótimo profissional e um especialista no Meio Ambiental, o saudoso Rodolfo Konder também nos brindou com a sua presença. O querido amigo advogado Cesar Klouri, também nos prestigiou durante um periodo na apresentação e recentemente as duas amigas do IASP, Dra Fabiana Lopes Pinto e a Dra. Ana Emilia Oliveira Almeida Prado dividem a apresentação. 
Não poderia deixar de falar da parceira que tive o Dr. Paulo Hamilton Siqueira Jr, Diretor da Faculdade de Direito da FMU, um amigo que sempre me apoiou com o Programa.
 
Conheci em 1999 o jovem advogado José Horácio Halfeld Rezende Ribeiro, que sempre acompanhava as gravações. Nos tornamos amigos e durante 6 anos foi o Presidente do IASP onde fizemos uma ótima parceria seja no Programa Código de Honra ou em outros eventos juridicos. Tenho muito que agradece-lo.
 
Sou formado em Publidade e em jornalismo e posso dizer que tenho enorme orgulho e prazer em dirigir o “Código de Honra”.
Desde o início, tem sido para mim uma grande escola, afinal foram mais de 600 entrevistas com pessoas fascinantes, profissionais brilhantes e com sabedoria de mestres.

 

Estou muito feliz por ter participado desses projeto desde o inicio e poder contar com a ajuda desses profissionais fundamentais para a soberania da nossa sociedade que são vocês – ADVOGADOS.
Grato Delci Lima